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  • Movimento HotSpot reconhece negócios criativos de todo o país

    Movimento HotSpot reconhece negócios criativos de todo o país

    Movimento Hotspot

    O que é Movimento HotSpot?

    O Movimento HotSpot (MHS) é um prêmio de inovação e criatividade. Uma plataforma multimeios online e presencial que se propõe a identificar e expor novas ideias e novos talentos, em âmbito regional e nacional, destacando os mais criativos nas áreas de Arquitetura, Beleza, Cenografia, Design, Design Gráfico, Filme & Vídeo, Fotografia, Ilustração, Moda e Música. O Movimento HotSpot inclui ainda a categoria Ideia, que premiará as três propostas mais inovadoras que envolvam conceitos de Empreendedorismo, Tecnologia, Sustentabilidade, Biomimetismo, Engenharia de Produção, Varejo, Branding e Comunicação.

    Projeto de fomento à inovação e criatividade abre em Brasília etapa de exposição de talentos

    Da assessoria do Movimento HotSpot

    Brasília – Está cada vez mais claro que os negócios criativos são a chave de uma grande estratégia de desenvolvimento para o país. São essas áreas que hoje trazem inovações, abrem portas no mundo inteiro, adicionam valor aos negócios, geram empregos, sintetizam tendências e criam redes não só de negócios, mas também de saber e cultura. Mais do que criativa, a economia é hoje interativa. 

    O Movimento HotSpot, lançado em abril do ano passado, aposta nos negócios criativos e em uma nova dinâmica econômica, sustentada em rede onde o valor maior está na relação, na capacidade de se conectar e construir novas possibilidades e parcerias. É assim que o projeto se propõe a reconhecer e revelar para o mercado o talento de brasileiros em 11 áreas da criação; escolhendo, até agosto deste ano, um empreendedor para receber um capital semente de até R$ 200 mil, que será investido na implementação de seu projeto no mercado aufblasbare rutsche.

    “Temos muitas pessoas de talento, com muita capacidade criativa, mas pouco espaço de visibilidade e oportunidade, sem conhecimento de gestão e quase nenhum capital. Precisamos incluir esses talentos no mundo formal dos negócios”, enfatiza Paulo Borges, idealizador do Movimento HotSpot.

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    O projeto, do Instituto Nacional de Moda e Design (In-Mod), tem o incentivo do Ministério da Cultura, parceria do Sebrae e patrocínio da Vale e da Riachuelo. De março a setembro de 2012, o prêmio recebeu 1642 inscrições on line no site www.movimentohostpot.com.br, sendo 378 propostas direcionadas à categoria ideia, onde vale o prêmio final do capital semente.

    O primeiro corte já aconteceu e especialistas convidados do projeto selecionaram 79 ideias e mais 224 criadores para expor seus trabalhos em um Festival que vai viajar por dez capitais brasileiras, começando por Brasília no dia 3 de abril.

    “Essa etapa de exposição de um grupo de empreendedores criativos selecionados nas cinco regiões do país faz parte da estratégia do projeto para possibilitar o intercâmbio de informação, referências, ideias e contatos. Outra finalidade é conectar criadores com o público, investidores e outros canais possíveis de fomento e visibilidade. A proposta é provocar inovação e descentralizar essa discussão do eixo Rio-São Paulo”, comenta Paulo Borges.

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    Enquanto criações em áreas que incluem design, ilustração, fotografia, moda, música e filme serão apresentadas ao público na programação do Festival, as propostas de negócios selecionadas na categoria ideia serão avaliadas em bancas compostas de empresários e consultores.

    Dentre os 79 selecionados, há artistas das cinco regiões brasileiras: 17 do Sul; 34 do Sudeste; cinco do Centro-Oeste; 17 do Nordeste e seis do Norte. Seus trabalhos foram analisados por um grupo especial de curadores, formado por Ronaldo Lemos, Ronaldo Fraga, Rony Rodrigues, Alexandre Herchcovitch, Sergio Gwercman, Caio Túlio da Costa, Cid Torquato, Lala Deheinzelin e Ilse Guimarães.

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    Ideias inovadoras

    O mais novo do grupo tem 19 e o mais velho, 64 anos. A média de idade é 30 anos. Do total de 79, apenas oito são maiores de 40 anos. As propostas variam de aplicativos para o desenvolvimento de novos tecidos sustentáveis, passando por soluções de geração de energia; novos processos e ambientes de trabalho, entre outros. Ideias pautadas na colaboração, consumo consciente, acesso à informação e sustentabilidade são recorrentes.

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    O curador Ronaldo Lemos comenta que foi muito interessante fazer a análise e conhecer o que estava acontecendo em termos de economia criativa no Brasil. Para realizar a sua seleção, ele usou como critérios a viabilidade do projeto proposto, a simplicidade e objetividade da ideia. “Além disso, tentei apoiar projetos que apresentam alguma inovação na área em que foram apresentados. Iniciativas com alguma ideia esteticamente interessante também foram valorizadas”.

    Já o estilista Ronaldo Fraga fez suas escolhas com base no ineditismo e na força transformadora que o projeto terá na vida de um maior número de pessoas. “Essa preocupação com o coletivo me encantou”, afirma. “Também levei em conta a simplicidade da ideia associada à capacidade de surpreender”.Os dois curadores notaram um padrão nas ideias propostas. Lemos percebeu uma identidade mesmo entre artistas separados por grandes distâncias. “Muitas vezes, pessoas de localidades totalmente diferentes tinham ideias e conceitos semelhantes que gostariam de desenvolver. E foi muito interessante fazer essas conexões”. Para Fraga, houve um aglutinamento de temas. No Norte, houve muitos projetos ligados à sustentabilidade. No Nordeste, o artesanato local. No Sul e Sudeste, a tecnologia. “Foi emocionante, pois revela a necessidade desses jovens de falar com autoridade sobre a história e tradição do lugar em que vivem”, comenta.

    Expectativa

    Para a etapa de festivais que começa na capital federal, Lemos diz que “as expectativas são muito altas. Vai ser interessante a oportunidade de conhecer alguns dos participantes pessoalmente. O Movimento Hot Spot é a ponta de um fenômeno muito abrangente que acontece hoje no país”.

    Dividido em etapas de busca, exposição e premiação, o Movimento HotSpot tem duração de aproximadamente um ano e meio. Investindo em novos talentos, o projeto vai mostrar o potencial da criatividade em todo o Brasil. Um grupo de curadores experts em suas áreas será responsável por escolher os melhores projetos. Todos os vencedores receberão um prêmio de R$ 10 mil. O vencedor na categoria Ideia contará ainda com até R$ 200 mil para a realização do seu projeto e, na categoria Moda, o premiado receberá até R$ 150 mil para desenvolver uma coleção, que será apresentada na São Paulo Fashion Week ou no Fashion Rio. 

    A lista dos 79 empreendedores candidatos ao investimento pode ser conhecida no www.movimentohotspot.com.br. O Sebrae vai aproximar e qualificar os pequenos negócios para atender ao mercado que demanda muita criatividade e inovação. Os projetos finalistas serão capacitados com foco no mercado, permitindo mais competitividade e novos negócios.

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    Mais informações:
    Assessoria de Imprensa Sebrae
    (61) 2107-9300 / (61) 2104-2770/2769/2766
    (61) 3243-7851

    Fonte: Agência Sebrae de Notícias
    Texto: Da assessoria do Movimento HotSpot

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  • Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 3

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 3

    Abaixo você poderá ver um glossário sobre tecidos, moda e termos afins, clicando. Nosso objetivo, longe de esgotar o assunto, foi o de prestar um auxilio as pessoas que procuram informações nesta área, por isto estamos sempre fazendo pesquisas para mantê-la atualizada e ampliarmos as informações. Fique a vontade para comentar e somar informações.

    Acesse as demais publicações: 

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 10

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 9

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 8

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 7

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 6

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 5

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 4

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 3

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 2

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 1

    Cala: é a abertura formada por duas camadas de urdume (entre os fios pares e impares) por onde se passa os fios da trama. 
    Calandra: máquina composta basicamente por dois cilindros de aço aquecidos nos qual o tecido passa para obter diversos tipos de tratamentos, com dar brilho, alisar, fechar porosidades, encorpar (usando resinas), e obter outros tipos de efeitos. 
    Camayeux: chamamos duas cores em “camayeux”, quando elas são da mesma cor porém com intensidade ou tom diferentes. Exemplo: azul claro – azul marinho, amarelo claro – amarelo ouro. Efeito destinado a jacquard, estampado, mistura de fios, etc. 
    Cambraia (“Batiste”): tecido de algodão ou linho leve, com desenho tafetá, para camisas e blusas finas, semelhante ao Batiste. Nome originado da cidade de Cambraia, França. A cambraia de lã é um tecido mais pesado em ligamento sarja com fios de cores contrastantes no urdume e na trama, usado para ternos. 
    Canela: pequeno canudo ou bobina em que se enrola o fio para a tecelagem. 
    Canelado (“Cannelé”):A)Tecido com listras verticais ou horizontais em relevo formadas pelo ligamento reps.B) Ligamentos chamados também de reps pelo urdume, apresenta ranhuras, estrias ou sulcos semelhantes a diminutos canaletes. São semelhantes aos desenhos de cotelê, ottoman e faile, existem dois tipos básicos deste desenho, a saber:
    I- Canelado Duplo: Os fios ímpares flutuam em cima de uma quantidade de batidas determinada. Os pares formam o tafetá. A proporção pode variar para 2/1, 2/2, 1/2. Depois os ímpares formam o tafetá e os pares flutuam. O tamanho do efeito cotelê depende da quantidade de batidas para cada grupo de fios pares e ímpares. Tecido feito apenas com um rolo.
    II- Canelado Simples: Os fios ímpares sempre flutuam para formar o cotelê e os fios para sempre ligam em tafetá. Neste caso os fios flutuando devem ser ligados com uma ou três tramas, entre cada cotelê. O inconveniente deste desenho é o fato de necessitar 2 rolos de urdume. Estes tipos de desenho são muito utilizados para os tecidos jacquard. 
    Cânhamo: fibra, fio ou tecido de cânhamo, que é uma planta herbácea da família das canabidáceas [ Cannabis sativa (v. cânabis ] , amplamente cultivada em muitas partes do mundo. As folhas são finamente recortadas em segmentos lineares; as flores, unissexuais e inconspícuas, têm pêlos granulosos que, nas femininas, segregam uma resina; o caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo; e a resina tem propriedades estupefacientes. É uma fibra mais lenhosa do que o linho e, conseqüentemente, é mais rígida. O cânhamo tem sido usado em quase todas as formas de aplicação têxteis: tecidos finos, cortinas, cordas, redes de pesca, lonas, etc., além de misturado a outras fibras, naturais e/ouartificiais. 
    Canvas: tecido pesado de algodão em ligamento tela, usado para calças tipo jeans. 
    Carda: instrumento constituído de um banco ao qual se apóia uma espécie de grande pente com dentes de madeira, compridos e bastante próximos, e que serve para desembaraçar o cânhamo, o linho, a lã, o algodão, etc. Também conhecida a máquina que desembaraça, destrinça (separa os fios de) e limpa fibras têxteis, constituída de cilindros giratórios guarnecidos de milhares de agulhas. 
    Casa de Abelha: tecido com desenho fantasia à base de pequenos losangos, efeito obtido através de maquineta que alterna as flutuações de urdume e de trama, provocando um aspecto que imita o alvéolo da abelha. 
    Casimira: tecido encorpado de lã, usado em geral para vestuário masculino (calças, coletes, etc.). Semelhante ao drap. 
    Celulose: polímero natural, encontrado nos vegetais, e constituído pela polimerização da celobiose, substância branca, fibrosa, usada na fabricação de papéis. 
    Cetim (“Satin”): Denominação usada para tipo de ligamento ou tecido:

    1. Ligamento: É semelhante ao ligamento sarja, porém é geralmente utilizada em repetições de cinco a doze fios de urdume e de trama. A principal diferença entre os dois ligamentos é que a diagonal não é claramente visível no cetim. ela é intencionalmente interrompida a fim de contribuir para uma superfície lisa e lustrosa. A textura não é tão visível do lado direito, por que os fios que o compõe são, geralmente, mais finos e em maior quantidade do que os que formam o avesso.
    2. Tecido: tecido de aspecto brilhante, absolutamente liso, obtido a partir de flutuações dos fios de urdume. O Cetim pode ser de qualquer matéria-prima, com densidade elevada de fios no urdume. O toque é em geral fluido e macio, e o aspecto brilhante. Todos os cetins podem ser brilhantes, semi-opacos ou opacos, conforme a matéria (acetato, viscose, poliéster, etc.), a torção ou o tratamento do acabamento (como na seda). Ver:Cetim Alpaseda, Cetim Charmeuse, Cetim Liso e Cetim Peau D’Ange.
    Cetim Boucol: semelhante ao cetim duchese porém mais pesado, também muito utilizado pela alta costura e para vestidos de noivas. Voltar
    Cetim Changeant: Cetim com duas cores na trama, desenho “Gros de Tours”. As duas tramas (uma de cada cor), se desenrolam na mesma abertura de cala, com duas lançadeiras diferentes (Pick/Pick), ou ainda com uma lançadeira especial de duas espulas. O importante é que cada trama se coloque na posição certa e sempre a mesma, na cala. Assim, conforme a posição da pessoa olhando o tecido, ele aparece com uma cor diferente. 
    Cetim Charmeuse: cetim leve com bom caimento, brilho intenso e uma trama suplementar no avesso, urdume em grége, acetato, viscose ou poliéster, e com 2 tramas, uma delas em crepe e que aparece somente no avesso. 
    Cetim Duchese: cetim mais pesado que o Charmeuse, também com brilho mais intenso e um excelente caimento, geralmente em seda, acetato oupoliéster , com fio tinto, torção “Organsin”. Cetim de qualidade, destinado à Alta Costura, muito utilizado em vestidos de noivas. 
    Cetim Peau D’Ange ou Cetim Vison: cetim mais encorpado que o cetim comum, com bom caimento e brilho discreto, muito utilizado para becas, decoração (toalhas de mesa , cortinas, etc.). Na tradução do francês Peau D’Ange quer dizer pele de anjo. 
    Cetim Zebeline: cetim pesado com um brilho acetinado, avesso em crepe, bem encorpado, sendo perfeito para os modelos evasê. 
    Challis: Tecido produzido com viscose fiada, originário da Índia; significa em Hindu de toque agradável. 
    Chamalote: tecido furta-cor em que a posição do fio produz um efeito ondeado, o mesmo que “Moiré”, também chamado o tecido de pêlo ou de lã, em geral com mistura de seda. Ver Moirage. 
    Chambray – Tecido similar ao índigo (jeans) , porém com ligamento tela, de gramatura média. 
    Chamoix (Camurça, Suédine): tecido em qualquer matéria-prima, mas principalmente de algodão, que recebe um tratamento de acabamento tipo flanelagem, com navalhagem, dando-lhe um aspecto que imite um pouco o veludo e a pele de camurça. 
    Changeant (Camaleão): tecido que tem por característica aparentar mudança de cor, semelhante ao Furta-Cor. 
    Chenille: tecido felpudo de algodão, usado para colchas e roupões. 
    Chevron : também conhecido como “Espinha de Peixe”, desenho à base de ligamento sarja, onde o efeito diagonal se forma em sentidos contrários, em faixas determinadas. 
    Chiffon: origina-se na palavra francesa que significa trapo. Trata-se de tecido muito fino e transparente de seda ou de fibras químicas (normalmentepoliéster ou poliamida), com fios com grande torção e resistentes toboggan gonflable. É um tecido aberto, o que lhe dá transparência. Utilizam-se fios retorcidos, usualmente dispostos de forma alternada , um fio com torção no sentido S e outro em sentido Z, tanto no urdume quanto na trama.A palavra Chiffon utilizada em conexão com o nome de outros tecidos denota leveza em peso, por exemplo: crepe chiffon, tafetá chiffon, veludo chiffon, etc. Ver: Crepe Chiffon Liso/Estampado. 
    Chintz (Chint, Chinte): tecido de algodão, muito leve, tafetá, estampado com acabamento firme e brilhante,com calandragem muito utilizado em decoração de ambientes. 
    Chita ,Chitão ou Reps Estampado: tecido simples de algodão ou misto estampado em cores. Ver: Reps Estampado (Chitão)
    Cirrê: acabamento com calandra, destinado a dar um aspecto muito liso e brilhante ao tecido. Também conhecido como laqueamento. 
    Cloquê:tecido tipo piquet, de seda, raiom, ou algodão, com efeito de alto relevo produzido por fios de crepe ou fios de encolhimento elevado. Tecido maquinetado ou jacquard. 
    Coenização: tratamento de colagem de dois tecidos , sendo um sobre o outro, destinado a evitar o esgarçamento, dar um melhor caimento (mais encorpado) e substituir o forro do vestido, durante a sua confecção. Por esse motivo, em geral no avesso, é colado um tecido leve ou em jersey, do tipoforro.
    Contextura:densidade dos fios e das tramas em qualquer tecido, calculada em fios ou batidas por centímetro, ou por polegada. 
    Contração e Ondulação: Ondulação é a relação entre a diferença do comprimento do fio esticado e o comprimento do fio contraído, enquanto a contração (ou encolhimento) é a relação dessa diferença com o fio esticado. 
    Cós: tira de pano usada para arrematar certas peças de vestuário, especialmente as calças e as saias, no lugar em que cingem a cintura. 
    Cotelê: listas em relevo, e rasas, que se alternam. 
    Cotton: palavra em inglês que define algodão, bem como fio, fibra ou tecido de algodão.
    Coutil: tecido 100% algodão ou linho – fios retorcidos com ligamento sarja 2/1 (diagonal ou espinha de peixe), muito resistente e utilizando para: colchões, calças, sapatos, etc. Também chamado “Jean”, “Serje”, “Brim”, “Denim”, etc. 
    Crepe:

    1. Fio – Torção dada a diversos fios como: seda, lã, algodão, viscose, poliéster. Essa torção é bastante elevada: 2000 a 3500 v/m, conforme o título. Ela provoca um encolhimento do fio durante o tingimento, dando ao fio e ao tecido um aspecto opaco, granulado e um toque seco. Atorção crepe aumenta o título do fio de 10 a 35%, proporcionalmente ao título e a torção.
    2. Desenho – Representa um mistura de tafetá, sarja , para obter um aspecto granité no tecido. É utilizado em geral com fios crepe para aumentar o aspecto granulado do tecido.
    3. Tecido – Tecido com aspecto granulado e toque áspero obtido com fios químicos ou naturais com alta torção. Nome derivado da palavra francesa “crêpe” que significa crespo. Produzido geralmente com fios dispostos alternadamente 2S e 2Z na trama e no urdume. Existe uma grande variedade de tecidos chamados crepes. As características principais são: um aspecto granulado (granité) e opaco, um toque seco – até áspero e muita fluidez. Para realizar este tecido se utilizam vários desenhos (principalmente crepe e granité) e fios de torções elevadas: Voil, Poil, grenadine e, principalmente, fios crepe. O aspecto definido do tecido é, em grande parte, obtido durante o tingimento e o acabamento, onde o encolhimento dos fios releva o aspecto “Crepe”. Estes tecidos fazem parte da linha alta costura ou “pret-à-porter” de luxo. (Ex. Chanel sempre foi uma grande fã dos tecidos crepe). Ver: Crepe Koshibo, Crepe Chiffon Liso/Estampado, etc. 
    Crepe Casca de Melão: semelhante porém mais pesado que o crepe madame, com um lado acetinado, com desenhos em relevo imitando pele e o avesso fosco. Aplicações mais comuns: Vestidos, roupas de festa clássicas,trajes a rigor, lingerie, robes, baby dolls, camisetinhas, pijamas, lençóis, edredons. 
    Crepe Changeant: semelhante ao crepe chiffon ou musseline, porém com efeito furta-cor em um dos lados e avesso fosco.
    Crepe Chiffon ou Crepe Hi Multi Chiffon: tecido semelhante a musseline, geralmente de poliéster, muito leve e transparente com textura levemente enrugada, de toque macio e fluido.Aplicações mais comuns: camisas , batas, vestidos, lenços, echarpes, etc. 
    Crepe da China: tecido de seda ou de fibras químicas (normalmente poliéster ) muito fino e leve, obtido por ligamento crepe e utilizado no urdume fios com pouca torção e na trama fios retorcidos (torção crepe) dispostos alternadamente em dois fios com torção no sentido S e dois fios sentido Z. usualmente é tinto em peça ou estampado.Aplicações mais comuns: Roupas clássicas, camisaria feminina e masculina, gravataria, echarpes, pijamas masculinos e femininos, cuecas,almofadas, lençóis, edredons, xales de sofá.
    Crepe Georgette: tecido, de origem francesa, com ligamento tafetá, cujos fios são de crepe de seda, poliéster, ou viscose. Utiliza tanto no urdumequanto na trama, fios retorcidos (torção crepe) dispostos dois fios com torção no sentido S e dois no sentido Z. É uma musseline mais pesada, porém ainda transparente, e com um lado áspero. Quando apenas um sentido de torção é utilizado no urdume e na trama, pode ser conhecido como Crepe Suzette.Aplicações mais comuns: Camisas, camisetas, camisolas, anáguas, lenços, echarpes, cortinas leves, baldaquinos para proteção de camas e berço, etc.
    Crepe Koshibo:: Semelhante ao crepe georgette, porém mais grosso e pesado, liso e também transparenteAplicações mais comuns: Mesmas do crepe georgette. 
    Crepe Madame ou Chanel:Também conhecido como “Crepe Patoux”, tecido grosso, tem com característica um lado acetinado e o avesso fosco e poroso, pode ser usado dos dois lados. Aplicações mais comuns: Vestidos, roupas de festa clássicas,trajes a rigor, lingerie, robes, baby dolls, camisetinhas, pijamas, lençóis, edredons. 
    Crepe Marroquino (“Crepe Marrocain”): tecido de seda ou de fibras químicas (normalmente poliéster), similar ao Crepe da China, porém mais pesado e com granulação mais acentuada. 
    Crepe Romain: tecido de seda, poliéster, ou viscose, originário da Itália, similar ao crepe georgette, porém com ligamento panamá de 2. Por essa razão o tecido é mais fechado e a granulação mais acentuada. Utiliza fios retorcidos (torção crepe) tanto no urdume quanto na trama, dispostos alternadamente de dois em dois fios com torção em sentido S depois Z.Aplicações mais comuns: Roupas clássicas, vestidos básicos, conjuntos de calça e blusa, moda para senhoras 
    Crepe Satin: também conhecido com “Cristal Líquido” ou “Prelúdio”, é semelhante ao crepe patoux ou madame, sendo, porém que o lado acetinado éfurta-cor. 
    Cretone (bramante): tecido de algodão ou misto (algodão + poliéster), liso ou estampado, usado para vestidos, cortinas, roupas de cama. Ver:Cretone Misto. 
    Crochê: tecido rendado executado à mão com uma agulha provida dum gancho na extremidade, e utilizado na confecção de peças ornamentais, de vestuário e outras.
    Cru:nome genérico dado a tecidos, geralmente de algodão, com aspecto rústico, que não foram submetidos a processos de beneficiamento, além dapurga.

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  • Estamparia Digital por Carla Guidi

    Estamparia Digital por Carla Guidi

    Carla Guidi

    “O objetivo do blog, é ter um espaço para compartilhar com vocês as minhas combinações, dar dicas sobre tendências de moda, beleza, eventos, viagens… Sou estudante de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, e o tempo dedicado ao blog é dividido com meus estudos e com as coisas que gosto de fazer. Esse espaço é nosso e espero que vocês se sintam em casa para fazê-lo crescer cada vez mais junto comigo!” 

    Em dúvida na hora de escolher um look para arrasar? Vá de estampa digital Super em alta, a estamparia digital anda no radar de designers como Prabal Gurung, Givenchy, Stela McCartneyPeter Pilotto e Mary Katrantzou. No Brasil, Pedro Lourenço e Gloria Coelho são os criadores das estampas digitais mais bacanas.

    As estampas digitais se diferem da estamparia convencional pelo fato de a imagem digitalizada ser impressa diretamente no tecido, dispensando o uso de quadros. O tecido entra em uma máquina de impressão, parecida com uma impressora de fotos chateau gonflable, só que da largura do pano e depois de estampado passa por um processo de lavagem para retirar a película que é aplicada antes da impressão. Tudo ultra moderno e sustentável: a técnica dispensa o descarte de resíduos poluentes.

    Selecionei looks de street style incríveis que quero usar já!

    Fonte: Blog Carla Guidi

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  • Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 2

    Abaixo um glossário sobre tecidos, moda e termos afins, clicando. Nosso objetivo, longe de esgotar o assunto, foi o de prestar um auxilio as pessoas que procuram informações nesta área, por isto estamos sempre fazendo pesquisas para mantê-la atualizada e ampliarmos as informações. Fique a vontade para comentar e somar informações.

    Acesse as demais publicações: 

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 10

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 9

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 8

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 7

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 6

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 5

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 4

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 3

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 2

    Glossário têxtil e Curiosidades – Parte 1

    Baeta: tecido felpudo normalmente feito de lã.
    Bailarina: tecido de malha de poliamida texturizada, de gramatura média.
    Batavia: ligamento sarja 2/2, denomina-se, também, tecido de lã para uso masculino com este ligamento, muito divulgadopelos lanifícios. 
    Batik: tecido muito antigo de algodão, estampado e produzido na Índia e Indonésia. Atualmente, ainda muito utilizado, ele éestampado com o processo à cera e após pintado a mão, o que lhe confere uma característica original e delicada. 
    Batiste: tela fina, semelhante a cambraia, e transparente de linho,de algodão ou mista com acabamento firme (inventor: Jean Baptiste Chambray – século XIII), muito utilizado para blusas, lenços, lingerie e sub vestimentas. 
    Bayadère: Tecido onde os desenhos formam listras brilhosas, cor ou aspecto diferentes no sentido da trama. Hoje, o efeitobayadère pode ser obtido pelos desenhos e através de fios de cores, brilhos ou torções diferentes. 
    Binar: ato de juntar dois fios 
    Bordado: lavor feito em relevo, sobre estofo ou pano, à linha, fio de lã, prata ou ouro, etc.
    Botonê: tecido fantasia com efeito de coco ralado, produzido com fio fantasia do mesmo nome e que têm pequenas bolas de fibras enroladas mechanical bull
    Bouclê: tecido com efeito fantasia de laçadas, resultando numa textura crespa, produzido com fio fantasia do mesmo nome, que é um fio retorcido onde aparecem laçadas e nós, resultando uma textura crespa, o nome origina-se da palavra francesa “boucler” que significa encaracolar. 
    Brim: tecido forte com desenho em sarja, de algodão. Ele se assemelha ao coutil, jeans, denim. Atualmente é muito utilizado além de confecção (calças, bermudas, uniformes, etc.), para decoração, toalhas de mesa, guardanapos, fundo de palco, etc. Ver: Brim sarjado, fortbrim, mykonos, etc.
    Brocado: tecido jacquard com desenhos em relevo realçados por fios de ouro ou de prata, origina-se da palavra francesa “broucart” que significa ornamentar. 
  • SPFW abre temporada com cenografia dos Irmãos Campana

    SPFW abre temporada com cenografia dos Irmãos Campana

    Principal evento de moda do País, São Paulo Fashion Week Verão 2013/2014 traz marcas de prestigio como Ronaldo Fraga, Cavalera e Fórum e ausência de estilistas consagrados como Reinaldo Lourenço, Glória Coelho e Jefferson Kulig. Com cenografia dos irmãos Fernando e Humberto Campana, cujo tema “Natureza Criativa” é inspirado nas raízes brasileiras, o evento volta ao prédio da Bienal do Parque Ibirapuera, entre os dias 18 e 22 de março. 

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    De acordo com a assessoria da dupla de designers mais famosa do Brasil, a temática desta edição tem como proposta transformar os ambientes com instalações de arte e design, mesclando elementos naturais da nossa flora e também  materiais sintéticos. Para causa impacto, os Irmãos Campana criaram um cenário constituído por uma plantação natural de mandacarus, símbolo da caatinga brasileira.

    Calendário

    Depois da reformulação do Calendário Oficial da Moda, os desfiles de verão passam acontecer em março, e os de inverno, em outubro Antes, as coleções de verão e inverno eram lançadas em junho e janeiro, respectivamente. Com a alteração, aumenta o intervalo entre os desfiles e a chegada das coleções às lojas, permitindo um melhor planejamento e gestão dos negócios. Confira o line-up dos desafiles.

    Segunda-feira (18/3)
    17h – Animale
    18h30 – Cori
    20h – Tufi Duek
    21h30 – Cavalera

    Terça-feira (19/3)
    12h – Adriana Degreas
    15h30 – Acquastudio por Esther Bauman
    17h – Ronaldo Fraga
    19h30 – Forum
    21h – Ellus

    Quarta-feira (20/3)
    11h – FH por Fause Haten
    15h – Fernanda Yamamoto
    16h – João Pimenta
    18h – Água de Coco por Liana Thomaz
    20h – Neon
    21h30 – Triton

    Quinta-feira (21/3)
    15h – Alexandre Herchcovitch
    16h – Amapô
    17h30 – Juliana Jabour
    18h30 – Osklen
    20h – Samuel Cirnansck
    21h30 – Colcci

    Sexta-feira (22/3)
    17h – Uma Raquel Davidowicz
    18h30 – Têca por Helo Rocha
    20h – R. Rosner
    21h30 – Lino Villaventura

    Marcas catarinenses presentes do São Paulo Fashion Week

    O São Paulo Fashion Week (SPFW), um dos maiores eventos de moda do Brasil, iniciou na última segunda-feira, dia 18, e receberá seis marcas catarinenses até o dia 22 de março. Além da Colcci, que já participou de nove edições, outras cinco foram selecionadas para apresentarem suas coleções de Inverno 2013 e venderem suas produções dentro da loja Pop Up Store, junto com outras 35 de todo o País164483_579308372080723_178459500_n

    De Florianópolis, participam a Liverpool, Rafaela Andrade Acessórios e Gabriela Faraco Acessórios. Laura Pereira e Vionee representam São João Batista. Todas as micro e pequenas empresas selecionadas integram o Programa Nova Economia@SC, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, e pelo Sebrae/SC.

    A marca de camisetas Liverpool é prova de que marcar presença nos grandes eventos do setor é uma boa estratégia. Em 2012, esteve no Rio-à-Porter, a bolsa de negócios da semana de moda carioca, e na Fashion Rio. Além de ser indicada pela revista Glamour como uma das “Top 5” melhores opções do Rio-à-Porter, obteve R$ 30 mil em vendas durante o evento, e fechou mais quase R$ 20 mil em contratos no período seguinte, segundo informações do Sebrae/SC.581672_578050825539811_1740420293_n

    Para Simone Amorim, analista técnica da Unidade de Atendimento Coletivo do Sebrae/SC, a tendência para enfrentar a concorrência é investir em peças únicas. “É preciso agregar valor ao produto, ter um design diferenciado, incorporar elementos que valorizem a cultura local”, explica.

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    Fonte: Economia SC

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