Blog

  • Perfil ICC???

    Perfil ICC???

    Quem trabalha em qualquer setor do ramo gráfico certamente já viu ou ouviu falar de “Perfil ICC”. Mas você sabe realmente do que se trata?

    Apenas mais um arquivo?
    O que ele contém?
    Afinal, do que se trata um perfil?

    Essas dúvidas podem ser comuns quando se ouve falar no famoso “Perfil ICC”. Assim como tudo na vida, trabalhar com algo que não se conhece ou não se domina totalmente pode acabar gerando problemas e curto prazo e causar um certo incômodo, algo como “estou lidando com algo, mas não sei exatamente o que é…”. O maior problema é que, no caso do perfil ICC, essa dúvida pode originar um resultado impresso final com sérios problemas no que se refere a cores e à fidelidade com o arquivo digital original. Ou, por outro lado, compreender e trabalhar adequadamente com esses perfis pode ser a chave para conseguir impressos visualmente atraentes e que assegurem a satisfação de seus clientes.

    O que é e por que surgiu o perfil ICC: desvendando os mistérios

    O arquivo ICC é um dos elementos mais importantes no contexto do sistema de gerenciamento de cores; também é um dos itens que geram mais dúvidas quando a forma mais adequada de se utilizar. No passado, a conversão de cores entre diferentes equipamentos e dispositivos era feita com base no conhecimento do profissional em relação aos processos tonais; esse conhecimento, por sua vez, estava restrito a um seleto grupo de gráficos experientes, adquirido por meio de inúmeras situações/problema resolvidas com base em processos de tentativa e erro.

    O chamado “conhecimento empírico”. Esses profissionais normalmente trabalhavam em grandes empresas especializadas em sistemas de imagens e cores, como Linotype, Hell, Heidelberg etc. Era uma época em que as imagens capturadas pelos enormes scanners cilíndricos eram convertidas para CMYK com grande precisão, mas através de um processo “fechado”, onde os procedimentos eram limitados a cada modelo ou marca de dispositivo. Ou seja, cada empresa trabalhava com uma “linguagem” para os procedimentos de conversão de cores, dentro da qual assegurava sua precisão. Aos profissionais gráficos “comuns”, não era possível entender ou atingir aqueles resultados.
    Perfil ICC em 3D

    Essa tecnologia tinha suas vantagens, levando-se em consideração o uso de um sistema de produção analógico, onde fotolitos eram produzidos a partir dessas imagens escaneadas e, então, feitos os “strips”, permitindo chegar ao resultado desejado. Mas havia também desvantagens, principalmente o fato da necessidade de haver um profissional altamente capacitado para operar  esse scanner.
    A primeira investida dos fabricantes desses equipamentos em direção ao mundo digital foi a utilização de placas que, ao serem instaladas, podiam transferir os dados para um Macintosh e inseri-los nas páginas criadas pelos programas como PageMaker e QuarkXPress.

    Com a evolução dos equipamentos e sistemas, softwares, soluções para provas etc., o processo começou a se tornar mais digitalizado, e a Indústria passou a demandar uma maneira eficaz de manipular cores através de dados inseridos em arquivos de computadores. Com o objetivo de otimizar esse processo, foi criado um consórcio internacional de fabricantes de tecnologias de imagens para discutir e planejar uma melhor forma de viabilizar essas conversões, tornando esse procedimento um processo previsível e estável, capaz de se adequar ao novo universo digital que  então se abria. O consórcio, uma vez criado, foi chamado de “International Color Consortium”, o famoso ICC.

    Nasce o perfil ICC
    Explicado o motivo do surgimento do ICC, pode-se compreender o porquê de seu próximo passo – e que teve como consequência a criação de um “perfil” que assegurasse a realização do principal objetivo do consórcio: a padronização do trabalho com cores entre dispositivos no fluxo de criação digital. O arquivo ICC foi idealizado para ser utilizado em qualquer sistema operacional e seu padrão – aberto – permitiria a qualquer fabricante utilizá-lo.

    Dentro desse documento foi construída uma estrutura que permitia definir como converter uma cor de RGB para CMYK. Ao lado, está uma figura que representa um perfil ICC.

    Além disso, como solução para o gerenciamento de cores, passou-se a quantificar a cor, isto é, permitir que um tom fosse transformado em valores Lab. O perfil ICC possui internamente informações como target utilizado, curvas de graduação, leituras do target, valor do branco do papel etc.

    Esses dados são de fundamental importância para que o processo de gerenciamento de cores possa utilizar cálculos para converter um espaço de cores para outro. Os arquivos também foram categorizados com base em suas características, como:

    – Perfis de entrada (input profiles): são perfis utilizados para dispositivos de captura de imagens, tais como scanners e, mais recentemente, câmeras digitais. Eles possuem apenas um caminho para conversão de calores – do dispositivo para Lab.
    – Perfis dos dispositivos ou de visualização (Displays profiles): perfis para visualização das cores, como monitores de tubo ou LCD.
    – Perfis de saída (output profiles): indicados para os dispositivos em que serão liberadas as imagens, ou seja, os dispositivos-fim de todo o processo de trabalho. São impressoras de diferentes tipos, ou meios digitais, como Web.

    Como são criados os perfis ICC
    Um perfil ICC basicamente possui a coleção de dados coletados na leitura de um target. Com estes dados é possível construir o modelo matemático necessário.

    Perfil ICC - aramadoNas a seguir é possível perceber como a quantidade de cores em um target pode formar o ICC. Quanto maior a quantidade de cores medidas no target, melhor definido será o modelo e, portanto, maior a precisão dos resultados.

    Um target é uma coleção de cores que serão lidas e usadas para criar uma mapa matemático para descrição das cores que são possíveis de serem reproduzidas por um dispositivo.

    Estrutura
    Os perfis ICC podem armazenar informações obtidas através da leitura dos targets de duas maneiras: matriz e tabelas.

    A primeira, matriz, consiste na coleção de nove números (matriz 3×3) que permite a conversão direta entre dois espaços de cores. Além das cores básicas, essa matriz armazena um ou mais dados sobre a reprodução dos meios tons, permitindo cálculos de variação para os tons intermediários. O espaço de cores utilizado, nesse caso, é sempre o CIE XYZ, mas os resultados normalmente são pouco precisos.

    A segunda maneira – tabelas – também é chamada de “lookup”, table ou pela abreviação LUT. Essas tabelas permitem a busca e localização de um determinado valor de entrada e seu correspondente valor de saída. Os softwares de criação de perfis ICC definem quantos pontos serão colocados nas tabelas para a realização dos cálculos.

    O número de pontos é importante, pois determina a performance das conversões de cores. Como os valores de saída são gerados através de cálculos matemáticos, a velocidade desses resultados é menor se comparada ao modelo baseado em matrizes. Essas duas estruturas, tão diferentes entre si, também possuem variações em relação às intenções de renderização, processo vinculado aos sistemas de ripagem.

    Enquanto os ICC baseados em matrizes possuem apenas uma intenção renderização, as tabelas podem utilizar vários parâmetros; um para cada tipo de renderização (colorimétrica relativa, perceptual e de saturação). A tabela colorimétrica é apenas uma, mas utilizada para dois tipos de renderização, a absoluta e a relativa. Para ambas, o cálculo matemático leva em conta o branco do papel. Os perfis ICC de entrada e de visualização (monitores) podem estar baseados tanto em matrizes quanto nas tabelas. Já os perfis ICC de saída devem ser construídos por tabelas para atingirem a precisão necessária e suportarem s diferentes tipos de renderização inflatable water slide. Assim, torna-se possível a esse tipo de ICC representar corretamente os dispositivos mais complexos para a reprodução das cores.
    Uma dica para identificar esses dois níveis diferente é o tamanho do arquivo; o modelo de matrizes é, geralmente, representado por um arquivo pequeno, enquanto que o ICC baseado em tabelas possui um tamanho muito maior.

    Tabelas em dois sentidos

    Ao contrário das matrizes, que podem ser utilizadas com uma mesma estrutura para realizar a conversão nos dois sentidos entre os diferentes espaços de cores, as tabelas permitem uma conversão em sentido único; sendo assim, é necessário utilizar duas tabelas para efetuar esse procedimento:
    – A2B: de dispositivos para Lab;
    – B2A: de Lab para o dispositivo em questão;
    Tabelas CMYK
    Isso significa que, ao pedir para se converter uma determinada cor CMYK para Lab, a primeira tabela é utilizada e, no sentido inversão, usa-se a segunda amostra. Ambas são usadas quando é necessário converter cores entre dois espaços distintos. O espaço de cores Lab é utilizado para transformar e converter cores, e essa conversão é realizada dentro do contexto do gerenciamento de cores (CMM).
    Tabelas RGB CMYK

    Limitações
    Mas nem tudo são rosas. Os perfis ICC também possuem limitações importantes a serem consideradas e, tão fundamental quanto saber usá-los, é conhecer esses limites e gerenciar adequadamente as cores dentro de seu workflow.

    A primeira limitação é a o fato de não se poder cobrir toda a variação possível de um dispositivo. Por mais que se aumente a quantidade de cores de um target, torna-se cada vez mais difícil imprimir com consistência as cores. Por exemplo, uma impressora offset pode reproduzir 1496 tons com base no padrão ECI, exigindo uma área de 33×50 centímetros. Contudo, o formato de algumas impressoras não comporta tantas cores em apenas uma folha ou, ainda, esses equipamentos apresentam a dificuldade de assegurar uma impressão constante ao longo da folha, envolvendo acerto de tinteiros, densidades, contraste de impressão etc.

    Um segundo problema está no fato de os perfis ICC não podem trabalhar com dados ou referências que o dispositivo não pode representar; a figura ao lado mostra dois perfis ICC, o ICC típico é mostrado com um formato bastante conhecido e o “pobre” não exibe as cores verde e azul. Esse ICC “pobre” é, na verdade, a representação de um situação de impressão de embalagens que utiliza cores especiais para atender a uma realidade de trabalho e, nesse caso, não podemos exigir que esse perfil mostre conversões para os tons azul e verde. Um terceiro fator é que a precisão de um ICC é equivalente a suas leituras. Se a leitura for imprecisa, devido a problemas com o equipamento ou outras possibilidades, o ICC resultante representará esse “erro” na impressão das cores.
    ICC Tipico x ICC Pobre

    Novidades da versão ICC 4

    Os perfis ICC hoje, em sua maioria, são construídos seguindo as especificações da versão 2, mas a versão 4 dessa especificação foi lançada e começa a chegar aos softwares.

    O objetivo geral é o aumento da precisão e a correção de algumas ambiguidades na conversão, ocorridas nos PCs (veja matéria anterior). Os benefícios da nova versão podem ser listados em cinco itens:
    1 – A definição das intenções de renderização são mais precisas para evitar ambiguidades.
    2 – A informação cromática é necessária agora.
    3 – Perfis com mais de quatro cores devem especificar seus valores.
    4 – Novas especificações de tabelas foram definidas para melhorar os resultados de buscas.
    5 – Inclui especificações internas, como tags, relação entre PCS XYZ e Lab etc.

    Artigo publicado na revista Desktop edição 92. Autor: Marcelo Copetti.
    O conteúdo deste artigo, incluindo texto, imagens e ilustrações, não podem ser reproduzidos em parte ou na íntegra, sem a autorização por escrito do autor.

  • Wasatch o mais poderoso SoftRIP do Mercado – Parte 1

    Wasatch o mais poderoso SoftRIP do Mercado – Parte 1

    Você não precisa ser um especialista para imprimir trabalhos profissionais. Wasatch possui a simplicidade e os recursos necessários para você imprimir como um.

    Nossas ferramentas reúnem os recursos que você precisa para preparar rapidamente sua impressões digitais. Dimensão, corte, verificação da gama de cores, telhas e muito mais, tudo em uma única tela. Fácil assim ninguém vai precisar nem de manual? SoftRIP lhe dá a flexibilidade necessária para preparar seus trabalhos para impressão, individuais ou em conjunto. Organiza as imagens com um sistema de montagem automático, tudo utilizando seu sistema de filas de impressão inteligente. Com Wasatch SoftRIP, seu fluxo de trabalho funciona.

    O SOFTWARE – SIMPLES E ELEGANTE EXCELÊNCIA EM IMPRESSÃO DIGITAL

    Wasatch SoftRIP além de sofisticado é de fácil manuseio. Com uma configuração simples, fluxo de trabalho e controles de impressão intuitivo e poderoso, SoftRIP economiza seu tempo e dinheiro ao produzir uma excelente qualidade de cores. Wasatch tem uma solução para você quaisquer que sejam suas metas de impressão.

     

    SUPERIOR EM CORES

    SoftRIP é o RIP preferido pelos mais exigentes profissionais em cores. Com a renderização de 16 bits por cor e sua exclusiva retícula Precision Stochastic Screens™, o Wasatch alcança uma excelente reprodução da cor desejada com um gradiente perfeitamente liso. Com o Wasatch, os novatos comportam-se como profissionais, com sua fácil configuração de imagem plug-and-play, e os profissionais têm todas as ferramentas necessárias para implementar os fluxos de trabalho, mesmo com fluxo das cores mais complexas.

     

    POTENCIALIZE SEU FLUXO DE TRABALHO

    Não importa quão grande ou complexo seja seu ambiente de produção, SoftRIP tem as ferramentas de fluxos de trabalho para dar-lhe o mais completo controle. SoftRIP pode gerenciar qualquer ambiente de impressão, a partir de uma única impressora ou uma complexa instalação de vários dispositivos de produção.

     

    ECONOMIZE TEMPO E DINHEIRO

    SoftRIP rapidamente se paga, economizado seu tempo, tinta, hora máquina e mídia. A maioria dos RIPs para impressoras a jato de tinta inclui apenas as características mais básicas da impressora. Apenas um RIP de qualidade, como SoftRIP oferece as ferramentas que você precisa para economizar milhares de Reais em tinta e mídia, a longo prazo.

     

    tracejado

    TRACEJADO WASATCH

    O Tracejado Wasatch permite criar os caminhos de corte contorno, recortado ou aplicando tinta branca dentro Wasatch SoftRIP. Com capacidade de configuração para o nível de tolerância, especificar um tamanho mínimo do objeto, aplica-se um estrangulamento ou propagação, excluir o interior, e auto-geração de detectar áreas em branco, você pode personalizar-um caminho de contorno para cortar o trabalho para quase qualquer situação ou tinta branca. Agora você tem o controle!

     

    MAIS CONTROLE MENOS TRABALHO

    mais-controle

    SoftRIP funciona em qualquer ambiente. O gerenciador de fila de trabalho ajuda a controlar o estado em tempo real de cada trabalho e seus fluxos. Ele ajuda você a verificar o processamento do trabalho, arrastar e soltar entre as impressões e enviar imagens para o Layout. Com o Gerenciador de Filas, você salta a curva de aprendizagem e vai direto para o fácil.

    AGRUPAMENTO AUTOMÁTICO – COM ALTO RENDIMENTO “COM BAIXA PERDA”

     

    agrupamento-automatico

    Ao preparar suas imagens na janela de

    Layout ou manter seu trabalho único para mais tarde organizar, você pode usar o Agrupamento Inteligente SoftRIP para criar Layouts mais eficientes. Combine arquivos processados com novos arquivos ou até mesmo rodar imagens pré-processados para conservar a mídia e alcançar seus objetivos de impressão específicas. Ajustes Mais Apertados economiza mais mídia, enquanto Super Corte Fácil economiza o tempo na guilhotina de corte. O melhor, ambos, para ajudar você a economizar tempo e dinheiro.

     

    O PODER ALÉM DA ESTAÇÃO DE RIP

    o-poder

    Com Wasatch ImageNET™, qualquer estação de trabalho PC, Mac, iPad ou Unix de sua rede pode se tornar facilmente em uma interface RIP veloz. Os usuários da rede podem enviar trabalhos para o RIP no modo de impressão direta a partir de qualquer aplicativo gráfico ou através de operações simples de copiar e colar inflatable slide. Você também pode usar Wasatch ImageNET™ como software de navegação web padrão para verificar o estado do trabalho, gestão de filas e executar funções de arquivo de preparação automática tais como dimensionamento, espelhamento e rotação.

     

    DEFINA SUA COR

    defina-sua-cor

    Com SoftRIP, cor ICC muda de difícil em fácil. A tela Tranformacoes de Cor resolve os perfis de complicação, reticulação, calibrações e mais, dizendo exatamente como a sua cor é transportado a partir do arquivo para a página impressa. As transformações de cor permite acesso as ferramentas de cor SoftRIP para especialistas, quando você alterar as seleções, fluxograma interativo mostra o impacto sobre o processo global de cor.

     

     

     

    MELHOR QUALIDADE MAIOR VELOCIDADE

    melhor-qualidade

    Wasatch SoftRIP produz gradientes perfeitamente lisos é a tecnologia líder de meio-tom RIP com uma qualidade superior da imagem. Com 16-bit de processamento por cor, nossa retícula Precision Stochastic Screens™ (PSS) cria graduações perfeitamente lisas, sem um mínimo de efeito escada. Além disso, PSS é baseada em algoritmos eficientes desenvolvido exclusivamente pela Wasatch, é mais rápido em tempo de processamento que outrosmétodos de RIP.

     

    SAIBA MAIS ANTES DE IMPRIMIR

    saiba-mais

    Ferramentas de gerenciamento avançadas permitem que você alcance as expectativas de gama de cor de clientes e brinda a segurança que você pode cumprir, reduzindo desperdício de tinta e mídia. Basta clicar em uma cor e aparece o perfil em 3D para ver sua cor em função do gamut disponível no seu dispositivo de saída e de mídia selecionado. Você pode usar esta informação para comunicar problemas de cor com seus clientes e selecionar um perfis com características da gama desejada.

     

    CORRESPONDENCIA DE CORES SPOT

    correspondencia

    Com SoftRIP pode-se obter a propriedade avançada da cor mais direta disponível em qualquer RIP. Crie sua base de dados próprio com as cores spot mais utilizadas especificando-as em RGB, CMYK, ou L*A*B ou automaticamente a leitura de amostras de cores com um colorímetro manual. Use o Gerador Atlas de Cores para enviar sua cor correspondente ao nível seguinte, garantindo a correspondência perfeita das cores na mídia desejada o tempo todo.

     

    Faça o download do passo a passo da instalação desta incrivel ferramenta clicando aqui

     

    raul_arauco-01

  • Papel Sublimatico: Ser ou não ser, eis a questão!

    Papel Sublimatico: Ser ou não ser, eis a questão!

    O que é Papel Sublimatico?

    Papel Sublimatico foi desenvolvido e preparado para reduzir a absorção da tinta, ou seja durante a impressão a tinta fica depositada em sua superfície proporcionando uma transferência mais rica e vivida.

    Na sublimação além do fator tinta, um Papel Sublimatico de boa qualidade é indispensável para se obter melhores resultados. Papel de qualidade “Duvidosa” pode tornar suas estampas opacas e sem vida, cá entre nós, não queremos oferecer isso aos nossos clientes, certo? Por isso vou tentar explicar um pouco sobre os diferentes tipos de papeis comercializados e suas características.

    Curso Online de Sublimação em Canecas

    Temos  5 tipos de papéis básicos e mais comuns no mercado:

    •  Papel Sublimatico Resinado de Verso Azul
    •  Papel Sublimatico Resinado de Verso branco
    •  Papel Matte verso branco
    •  Papel Sulfite comum (também conhecido como oficio)

    Cada papel tem sua particularidade e aplicação, vamos lá:

     

    Papel Sublimatico Resinado de VERSO AZUL

    PRÓS:

    • Cores Vivas e com transferência quase total da tinta depositada
    • Papel muito versátil podendo ser utilizado tanto para materiais rígidos como para tecidos, sua qualidade é notavelmente mais viva.
    • Recomendado para Tecidos 100% sintético e materiais rígidos resinados como canecas, azulejos, squeeze e muito mais…
    •  Não existem muitas variações desse papel no mercado, sendo assim sua qualidade será praticamente a mesma de um fornecedor para outro.
    • Maior fidelidade de cores (Principalmente preto e vermelho)

    CONTRAS:

    •  Secagem lenta da tinta e papel com alta tendência para “Encanoar” e entortar as pontas
    •  Exige maior cuidado no armazenamento e estocagem, deve ser armazenado preferencialmente em estufa e curado após impressão na prensa ou armazenado novamente em estufa para realizar a cura da tinta.
    •  Muito sensível a umidade
    •  Maior cuidado com o efeito “Fantasma”, necessita de cuidado ao abrir a prensa para não criar vácuo

    É um papel que todos devem ter em seu estoque, um papel com excelente transferência de tinta e excelente qualidade. Recomendo testes antes de compras em grande quantidade

     

     

    Papel Sublimatico Resinado de VERSO BRANCO

    O papel ideal para todos desde os iniciantes até os mais experientes, papel de ótima qualidade e é encontrado facilmente no mercado.

    PRÓS:

    •  Fácil de trabalhar e manusear
    •  Secagem rápida e ótima qualidade para tecidos
    •  ótima qualidade para materiais rígidos como canecas, squeezes e etc…

    CONTRAS:

    •  Alta absorção de tinta
    •  Necessita de testes quanto a tempo e temperatura
    •  Muitas variações de papel no mercado

    O papel de verso branco é um papel muito simples de se trabalhar, sua secagem é muito rápida e retém pouca umidade evitando que o papel “Encanoe” ou entorte as pontas com facilidade.

    Por ser um papel que retém muita tinta (Alta absorção) é preciso aumentar o tempo e (ou) temperatura para que ocorra maior transferência da tinta para o material. Testes preliminares são necessários para obter melhores resultados.

     

     

    PAPEL MATTE DE VERSO BRANCO

    O Termo “Matte” foi criado apenas como forma de identificação de que sua superfície não é revestida com resina, tem praticamente as mesmas propriedades do papel de verso branco porém sua utilização em tecidos não é recomendada.

    PRÓS:

    •  Fácil de trabalhar e manusear
    •  Secagem rápida
    •  Ótima qualidade para materiais resinados (Canecas, Alumínio, vidro e etc)

    CONTRAS:

    •  Alta absorção de tinta
    •  Necessita de testes quanto a tempo e temperatura
    •  Baixa qualidade quando utilizado em tecidos

    O papel “Matte” é um excelente papel para quem pretende trabalhar com canecas, pois ele se adere muito bem a superfície do produto, evitando fantasmas ao abrir a prensa.

    PAPEL SULFITE COMUM

    PRÓS:

    •  Encontrado facilmente em qualquer papelaria
    •  fácil de trabalhar e manusear
    •  baixo valor agregado por folha
    •  Indicado apenas para tecidos 100% sintético
    • Indicado apenas para fins promocionais de baixo valor, imagens ou desenhos sem muitos detalhes e itens que não necessitam de ótima qualidade

    CONTRAS:

    •  Não é um papel devidamente tratado para sublimação
    •  Baixa transferência de tinta
    •  Baixa Nitidez das cores
    •  Necessita de uma temperatura ou tempo maior para obter o máximo de transferência da tinta

    Muitos devem estar se perguntando: Mais porque vou pagar mais caro em papeis próprios para sublimação se posso usar o Papel comum?

    Isso é algo que deve ser devidamente testado, o que para alguns pode ser atrativo e até uma solução, para outros usar esse tipo de papel é sinônimo de baixa qualidade, esse papel NÃO foi desenvolvido para obter o máximo de qualidade na transferência da tinta, sendo assim se busca estampas de qualidade esse definitivamente não será de seu agrado, porém se pretende estampar logotipos de poucos detalhes bouncy castle, algo mais promocional e que não necessite de ótima qualidade, essa pode ser uma ótima solução, por isso sempre recomendo testes, conheçam cada material disponível, avaliem, o que para alguns não agrada para outros pode ser ótimo.

    Resumindo, recomendo que todos tenham em seu estoque pelo menos 2 variações dos papéis citados, se possível compre as 4 variações e testem…TESTEM MUITO, procurem conhecer e ver qual papel é mais viável e qual você terá facilidade em trabalhar.

    O segredo é conhecer o material com que trabalha, realize testes com diferentes papeis, configurações de impressão, tempo e temperatura para cada item, anotem os melhores resultados e sucesso a todos.

     

  • Dica de Custos: O que compensa: produzir ou terceirizar?

    Dica de Custos: O que compensa: produzir ou terceirizar?

    Para responder a essa questão crucial, primeiro precisamos saber quais os custos de fabricação do produto, assim saberemos quais os custos fixos e variáveis do item. Lembrando que o Custo Total de um produto ou serviço é a soma dos custos fixos e dos custos variáveis, este último varia de acordo com a quantidade, portanto:

    Custo Total = Custo Fixo + (Custos Variáveis x Quantidade)

    Lembrando que Custos Fixos são todos os gastos que você tem para manter sua empresa aberta, ou seja, conta de água, luz, telefone, impostos, salários, encargos, etc., e que os custos varáveis são os custos participantes da produção do produto mechanical bull riding, por isso que depende da quantidade, quanto mais se produz mais o custo variável aumentará.

    Por exemplo, para produzirmos 100 par de chinelos, digamos que o custo total seria:
    Custo Total = 1000,00 + (8,50 x 100) => Custo Total = 1850.00 ou 18,50 o par.

    Se eu terceirizar, a empresa que produzirá os chinelos cobraria 10,50 por par, Disso temos que:
    Custo Total (terceirizar) = 0 + (10,50 x 100) => Custo Total (terceirizar) = 1050,00.

    Nesse caso, terceirizando a produção, não incide sobre o produto os custos fixos, estes serão absorvidos pela empresa que se dispõe à produção dos chinelos.

    Fala ai, ficou muito mais fácil tomar a decisão entre terceirizar ou não, 😉 Ótima semana

    Antonio César Guardia

  • Impressora Solvente de mesa VersaSTUDIO  BN-20

    Impressora Solvente de mesa VersaSTUDIO BN-20

    Realmente acessível. Extremamente versátil.
    Com a Impressora solvente de mesa BN-20 podemos fazer tudo que uma impressora Roland de grande formato faz, porém em um tamanho compacto e poderoso que cabe em sua mesa. Abastecido com a premiada tinta ECOSOL-MAX, você poderá imprimir e recortar em uma vasta gama de materiais para as aplicações internas ou externas, diretamente de sua mesa de trabalho.

    No mercado de hoje, existe uma necessidade grande de formas personalizadas e pequenas tiragens. A impressora solvente de mesa VersaSTUDIO BN-20 foi desenvolvida para suprir trabalhos de impressão e recorte personalizados sob demanda, sem grande investimento em equipamentos. Com seu tamanho compacto e preço acessível a BN-20 torna-se uma nova fonte de renda para sua empresa.

    Impressora Solvente de mesa – BN-20 – Principais Características

    Impressão com recorte integrado em até 48 cm
    Escolha entre duas configurações de tinta:
    4 cores CMYK para tons vibrantes e melhor qualidade e velocidade de impressão.
    5 cores CMYK+Mt para aplicações em prata metálico e cores com efeito metalizado.
    Interface USB
    Compatível com Windows® 7, Vista e XP
    Suporta softwares CorelDRAW® e Adobe® Illustrator®
    Tinta ECO-SOL MAX em cartuchos de 220 ml
    Acompanha os softwares:
    Roland VersaWorks®
    R-Works software de design
    Driver para Windows
    Roland OnSupport, monitora a produção via e-mail

  • Workshop da Xaar é destaque da quinta-feira na FESPA Brasil 2013

    Workshop da Xaar é destaque da quinta-feira na FESPA Brasil 2013

    Acontece nessa quinta-feira (14) o workshop “Novas Oportunidades de Negócios na Impressão Digital”. Com patrocínio da Xaar, o workshop irá mostrar, de maneira didática e inédita, oportunidades preciosas no mercado de impressão digital

    Dentro do workshop, o visitante da FESPA Brasil terá um panorama completo. A programação terá início a partir das 14h, esclarecendo as diferenças entre as Tecnologias de Impressão Piezo e Sob Demanda, abordando as tecnologias de cabeça de impressão.

    Após o congressista ter o conhecimento do assunto, o workshop entra na área de soluções para o setor, quando serão apresentadas as diferentes cabeças de impressão e as soluções que estão disponíveis no mercado. Serão discutidos ainda os benefícios da recirculação e a aplicação mais apropriada para cada tipo de trabalho. É a grande chance de captar qual a melhor opção e assim investir com segurança em uma nova modalidade ou quem sabe ampliar o negócio.

    Assim, chega a hora de identificar as diferentes aplicações dentro do mercado. Para que o congressista tenha uma noção completa do assunto, serão apresentadas algumas dessas aplicações, sendo possível conhecer melhor as opções hoje disponíveis e ter elementos suficientemente embasados para decidir pela melhor escolha. Aos que estiverem com alguma dúvida do conteúdo apresentado, será aberto um período de perguntas e respostas, para que o congressista saia do workshop com todas suas questões sanadas.

    O inkjet

    Após uma pausa para o coffe break, o workshop volta a partir das 15h30, abordando o fluxo de trabalho profissional, que é fundamental, tanto para quem já está no mercado e quer alcançar mais produtividade, como para quem busca uma colocação. Entender o funcionamento do equipamento e, os processos envolvidos para conquistar qualidade e principalmente, como se dá sua manutenção é um dos grandes diferenciais que você vai aprender.

    Será o momento para entender tudo sobre manutenção, tanto a preventiva quanto a corretiva. É aí que será explanada a importância da prevenção para garantir um bom trabalho, além de mostrar como executar a manutenção da maneira correta. Com isso, o congressista sairá do seminário pronto para reduzir riscos e cortar custos em seus trabalhos, já que terá todas as ferramentas disponíveis para executar a manutenção da maneira mais indicada.

    Para finalizar, vem um ponto de extrema importância. Os congressistas terão uma oportunidade única de entender os conceitos e gerenciamento de cores, resolução e produtividade no inkjet. É a hora de absorver conceitos fundamentais para quem atua no setor e desmistificar alguns pontos que já viraram consenso no mercado.

    No seminário, será desmistificada a ideia de que a cabeça de impressão é a única responsável pela qualidade de impressão. Muitos possuem esse pensamento; no seminário, será possível compreender que essa questão aborda uma série de fatores, como tinta, software rip e outros mechanical bull. Também será derrubado o mito de que um sistema de impressão é “Plug & Play”. Quem presenciar essa quebra de conceitos irá, com certeza, dar um passo à frente em relação aos concorrentes.

    Novamente, será aberto um espaço de perguntas e respostas, para que o congressista saia sem ter qualquer dúvida do conteúdo abordado durante o workshop.

    Gostou dessa grande chance de vislumbrar novos horizontes no ramo de impressão? Então é só participar se inscrevendo gratuitamente através do site oficial da FESPA BRASIL Lembrando que o workshop começa às 14h e será realizado na Sala Vila Guilherme.

  • Revista Silk-Screen fala sobre fotoprodutos

    Revista Silk-Screen fala sobre fotoprodutos

    A revista Silk-Screen não se tornou referência no mercado editorial por acaso. O tempo de circulação da publicação, 27 anos, é apenas um dos fatores que construíram sua credibilidade. A profundidade com que são tratados os temas e a diversidade de assuntos que os jornalistas cobrem complementam essa história de sucesso. A busca constante do equilíbrio entre o conteúdo técnico, que auxilia os técnicos a aperfeiçoarem seu trabalho, e a informação estratégica, que mostra aos tomadores de decisão os rumos do mercado, bem como as principais novidades do setor, com as quais ele pode consolidar o crescimento de sua empresa, é a fórmula que encontramos para atender a esse exigente mercado. O contato constante com o leitor nos permite conhecer suas necessidades e, com isso, publicar não apenas o que gostam, mas o que precisam ler. É dessa forma que nos posicionamos para estar sempre próximos dos principais players da serigrafia nacional.
    Por que a Silk-Screen é considerada “A revista do mercado serigráfico”: conteúdo técnico que estimula a criatividade do profissional; entrevistas com os profissionais de ponta do mercado nacional e internacional; cobertura completa da feira Serigrafia SIGN FutureTÊXTIL; artigos técnicos sobre capacitação profissional, serigrafia industrial inflatable games, estamparia e outros temas de interesse do setor; todas as novidades sobre tintas e substratos; reportagens e cases sobre as mais diversas aplicações da serigrafia: têxtil, embalagens, automotivo, brindes, entre outras; novidades e lançamentos em tecidos e equipamentos para a indústria têxtil; acompanhamento do mercado e tendências de moda; interação com leitores por meio de cartas e

  • Economia de Tinta será tema de palestra no Congresso Internacional durante a FESPA Brasil

    149_1

    O Congresso Internacional de Comunicação Visual e Impressão Digital será realizado entre os dias 13 e 16 de março, durante a FESPA Brasil 2013. O evento será uma chance especial de estar entre os grandes profissionais do ramo, aprender, esclarecer dúvidas e fazer contatos.

    Um dos palestrares é Marcelo Copetti, da Easy Color. Ele ministrará a palestra no dia 15 de março, às 16h, com o tema “Economia de Tinta para Impressão de Grandes Formatos” e também no dia 16, às 15h, sobre “Prova de Cores”.

    Marcelo Copetti comentou sobre o que o visitante da FESPA Brasil que participar do Congresso Internacional irá presenciar na primeira palestra, sobre Economia de Tinta. “O mercado está acostumado a trabalhar com economia de custos em diversas áreas, mas não entende ou não conhece sobre a opção da tinta. Normalmente as pessoas imaginam que a máxima “quanto mais tinta melhor” é verdadeira. Na verdade, o que vamos mostrar é que o excesso de tinta é danoso para o resultado final em uma série de aspectos, como: deformação do suporte, cores mal representadas por defeitos relacionados ao excesso, demora para secagem, dentre outros pontos”.

    Copetti relata que a economia de tinta se dá realmente em encontrar o limite correto para cada um dos tipos de mídia em que se imprime, e na substituição das cores (Cyan, Magenta, Yellow) pelo Black. “Assim, para formar uma cor, poderemos tirar 3 cores e colocar 1, trazendo com isso uma série de benefícios”.

    A palestra é voltada aos empresários que querem ter vantagem competitiva no mercado. “O empresário normalmente não entende o alcance desta abordagem no seu negócio. Ele busca sempre fazer melhor com um custo menor. Esta é a palestra que ele deve assistir para entender os benefícios que ele terá. A economia de tinta pode ser aplicada em uma série de áreas. Na impressão eu desconheço uma área que não tenha benefícios com a economia de tinta”.

    Para Copetti, “a economia de tinta passa pela ideia de usar somente o que é necessário para imprimir, e não mais do que isso. Então o conselho é avaliar os limites de tinta que se utilizam na sua produção e a técnica é a geração do preto ao criar o ICC para cada uma das mídias que forem ser usadas”.

    O palestrante destaca que o pensamento de que quanto mais tinta mais cores vivias no trabalho precisa ser mudado. “Este é o pensamento geral. Não é uma verdade, pois a tinta em excesso acaba trazendo desvios de cor, e problemas na impressão, como demora para secagem, excesso que leva a aglutinação, escorrer, dentre outras adversidades inflatable obstacle course. A cor mais viva que a tinta consegue produzir não é atingida com o máximo de tinta que coloco sobre a mídia. No excesso, a tinta perde vivacidade e fica instável no seu resultado”.

    O Congresso Internacional (confira programação aqui) acontece dentro da FESPA Brasil, melhor feira decomunicação visual, grandes formatos e serigrafia da América Latina, a ser realizada no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo.

    Para participar da FESPA Brasil e acompanhar o Congresso Internacional, basta se cadastrar gratuitamente através do link http://www.fespabrasil.com.br/pt/visitar/cadastro.

  • Revista SIGN 215 – Leia na integra a versão digital

    Revista SIGN 215 – Leia na integra a versão digital

    Novidades em desenvolvimentos de insumos, lançamentos de equipamentos para impressão digital, quebra de paradigmas em comunicação visual. Com o objetivo de difundir tais informações ao mercado, a Sign publica entrevistas com referências do setor, reportagens sobre o mercado e artigos técnicos elaborados por profissionais com vasta experiência naquilo que atuam. Com 12 edições ao ano, incluindo o Anuário de produtos e serviços, a revista se tornou referência para os profissionais que buscam atualização e aperfeiçoamento inflatable water slide.
    O conteúdo editorial da Sign é composto por: perfis técnicos dos lançamentos de impressoras digitais de grande formato; entrevistas com os profissionais de ponta do mercado nacional e internacional; cobertura completa da feira Serigrafia SIGN FutureTÊXTIL; artigos técnicos sobre impressão digital, routers, máquinas a laser, plotters, gravadoras, laminadoras, envernizadoras, LEDs e neon; matérias técnicas sobre tintas digitais e substratos; reportagens e cases sobre as mais diversas aplicações da sinalização e comunicação visual; novidades e lançamentos de produtos e equipamentos para comunicação visual e impressão digital; e interação com leitores por meio de repostas às dúvidas técnicas e enquetes.

  • Palestras gratuitas sobre manipulação de imagens serão ministradas na FESPA Brasil

    161_1

    A FESPA Brasil, melhor feira de comunicação visual da América Latina, vai promover o Congresso Internacional de Comunicação Visual e Impressão Digital, de 13 a 16 de março no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo.

     

    Dentre os palestrantes do Congresso Internacional, estão os instrutores do Grupo PhotoPro. Eles ministrarão palestras gratuitas – assim como todo o Congresso Internacional – sobre manipulação de imagens. No dia 14, as palestras são:

     

    14h – Design Criativo: Aprenda como o Photoshop pode interagir com diversos softwares e técnicas no desenvolvimento de ilustrações, informarias e fusões. Palestrante: Getulino Pacheco.

     

    15h – Tratamento e Edição de Imagens pra Comunicação Visual – Resolução, configuração e técnicas:venha conhecer quais os passos necessários para reproduzir sua imagem com perfeição. Palestrante:Alexandre Keese

     

    16h – Pequenos Detalhes que Fazem a Diferença: Você vai descobrir como o Photoshop e o ACR podem transformar suas imagens em verdadeiras obras de arte transmitindo toda a emoção e magia do momento de captura. Palestrante: Erica Dal Bello

     

    17h – Photoshop Magic: Diz a verdade: o Photoshop é ou não um aplicativo mágico? E quando o assunto é imagem, ele desafia a tudo e a todos! Venha conhecer os bastidores e os mais secretos processos para conseguir uma grande imagem. Ou, deveria dizer, uma incrível ilusão? Palestrante: Getulino Pacheco

     

    18h – Photoshop Dicas e Truques: Uma coletânea somente com as melhores dicas do Photoshop. Precisa dizer mais alguma coisa? Palestrante: Erica Dal Bello

     

    No dia 16 de março, às 11h, será novamente ministrada a palestra Photoshop Dicas e Truques, com Erica Dal Bello. Às 12h, os visitantes terão a chance de acompanhar mais uma vez a palestra Design Criativo, com Getulino Pacheco.

     

    Alexandre Keese é profissional do Photoshop, Adobe Certified Expert e diretor idealizador do Grupo PhotoPro; Getulino Pacheco é mestre da ilustração digital que integra Illustrator, Photoshop e outros aplicativos; Erica Dal Bello é profissional em Lightroom e Photoshop, Adobe Camera Raw, além de escrever dicas e técnicas de fotografia.

     

    Erica Dal Bello, já conhecida no site do Grupo PhotoPro, fala sobre o Congresso Internacional: “Ministrar uma palestra durante o Congresso Internacional da FESPA Brasil será muito interessante inflatable slide. Estou bastante ansiosa para transmitir esse conhecimento para todos os participantes, falando de Photoshop e fotografia”, disse.

     

    Alexandre Keese lembra: “Os objetivos da FESPA Brasil têm tudo a ver com os objetivos do Grupo PhotoPro: disseminar o conhecimento para profissionalizar o mercado”.

     

    Para participar das palestras do Congresso Internacional de Comunicação Visual, basta se inscrever para participar da FESPA Brasil, através do link http://www.fespabrasil.com.br/pt/visitar/cadastro.