Autor: nilton

  • Impressora Sublimática – Informações Básicas

    Impressora Sublimática – Informações Básicas

    Neste video conheça algumas  impressoras para sublimação, um pouco sobre o processo como um todo, além de algumas informações sobre tinta, papel e manutenção.

    http://www.youtube.com/watch?v=oxgFIK5qMSs

    Algumas informações extras, dicas e macetes também podem ser compreendidas de forma bem objetiva como exemplos de como calcular custos por folha/metro quadrado e muito outas possibilidades que a sublimação oferece ao usuários criativos.

    http://www.youtube.com/watch?v=3uooYdPSZgk

    Fique a vontade para fazer perguntas e somar informações e experiências pessoais logo abaixo deste post, sua interação é extremamente bem-vinda.

    http://www.youtube.com/watch?v=dhluv5SUfbU

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  • Equipe brasileira vence Desafio Sebrae Internacional

    Equipe brasileira vence Desafio Sebrae Internacional

    Manter o sangue frio para entender melhor o mercado e recuperar posições de liderança. Com essa estratégia, a equipe Amazon Fruits conquistou de virada o troféu de campeã do Desafio Sebrae Internacional 2012, o sexto título brasileiro no jogo empresarial.

    O anúncio foi feito na noite dessa terça-feira (19), em cerimônia na Sociedade Hípica Brasileira, zona sul do Rio de Janeiro. A disputa contou com equipes de outros seis países da América Latina e CentralArgentina, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Panamá. A tarefa era administrar uma fábrica de polpa de frutas tropicais, com produtos de valor agregado como sucos e sorvetes.

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    Foi um longo caminho até o Brasil comemorar o título. Os dois estudantes do quarto período de Agronomia da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), campus do município de Parauapebas (PA), acompanharam apreensivos o bom desempenho dos argentinos, peruanos e panamenhos, que estavam bem à frente dos demais. O placar só começou a pender a favor dos brasileiros a partir da sexta rodada, faltando apenas duas para o final.

    “Por essa eu não esperava! Foi uma emoção única representar o Brasil e ainda superar os concorrentes de outros países”, disse Renata de Holanda, eufórica com o resultado. “Essa é uma experiência que vale por toda a vida, porque se aprende a superar o cansaço, a pressão e a não desistir mechanical bull riding. Mas o troféu é de todos nós”, enfatizou o estudante Djavan Paixão, dirigindo-se aos demais competidores e, em nome da equipe, convidando todos os participantes a subir ao palco.

  • Flor do Caribe – Empresas potiguares vestem astros da Rede Globo

    Flor do Caribe – Empresas potiguares vestem astros da Rede Globo

    Roupas fabricadas por empresas participantes de projeto do Sebrae no Rio Grande do Norte fazem sucesso em folhetim (Cleonildo Mello)

    Natal – A nova novela das 18h da Rede Globo tem servido de vitrine para empresas potiguares, participantes do projeto setorial de confecções do Sebrae no Rio Grande do Norte. As peças fabricadas pelas marcas Areia DouradaAnna Marcolina e a Avohai entraram no figurino de Flor do Caribe. As roupas aliam moda, cultura e regionalismo e ressaltam os valores e a identidade local, o que agradou a produção da emissora, já que a novela tem como cenário as belas paisagens do Rio Grande do Norte. A exposição na emissora líder de audiência no país tem proporcionado bons negócios para as empresas.

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    O empresário Delcino Mascena não tem do que reclamar. A marca Avohai tem vestido atrizes, como Grazi Massafera, Daniela Escobar e Débora Nascimento. A empresa forneceu 400 peças para serem utilizadas no figurino de Flor do Caribe. Bastaram os primeiros capítulos da novela ir ao ar e o empresário já recebeu propostas de lojistas interessados em representar a marca em Brasília (DF), Belém (PA), Maceió (AL) e Salvador (BA). Atualmente, a Avohai tem três lojas em Natal (RN) e uma em João Pessoa (PB). O plano de expansão prevê outras cinco lojas até o fim do ano, sendo três delas em Recife (PE).

    “A participação no projeto Natal Pensado Moda, do Sebrae, foi fundamental para abrir portas e direcionar as nossas coleções para serem produzidas com valor agregado, unindo identidade própria e cultura local” diz Delcinho Mascena

    A marca participou desde a primeira edição do projeto, que foi criado em 2009 para dar mais competitividade às indústrias de confecção do Rio Grande do Norte. A iniciativa teve o estilista mineiro Ronaldo Fraga como principal consultor.

    As negociações da Avohai com a produção da Rede Globo no ano passado aconteceram no estande do projeto Natal Pensando Moda, durante o Fashion Business, no Rio de Janeiro. Logo depois, saias, vestidos, blusas e shorts com aplicações em pedrarias e vários tipos de bordados chegaram ao elenco global mechanical bull. “Fiquei muito feliz porque nossas últimas coleções foram todas baseadas em temas regionais”, entusiasma-se o empresário. As coleções Um Amor de Verão, Quermesse e Sal da Terra ressaltam as praias, as paisagens e os hábitos e costumes dos moradores do estado.

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    Para a gestora do projeto de Confecções do Sebrae no Rio Grande do Norte, Verônica Melo (Gestor do Projeto: Francisca Verônica Pontes de Melo | veronica@rn.sebrae.com.br), o resultado reforça que agregar valor ao produto é a saída para se destacar no mercado. “Isso comprova que o projeto foi importante ao dar as orientações necessárias para as marcas adquirirem um nível de maturidade suficiente e competir em igualdade com grandes empresas”. De acordo com a gestora, a participação dos empreendimentos nos principais salões e eventos de moda do Brasil gera abertura de mercado e também uma exposição na mídia.

    Verônica Melo ressalta ainda que outras duas empresas do projeto – Areia Dourada, que produz moda praia, e Ana Marcolina, especializada em moda feminina – também enviaram peças para compor o figurino da novela.

    Serviço:
    www.rn.agenciasebrae.com.br
    http://portal.rn.sebrae.com.br
    http://www.facebook.com/SebraeRN
    http://www.twitter.com/SebraeRN
    Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
    Agência Sebrae de Notícias (ASN RN): (84) 3616-7910 | 3616-7911

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  • Fosqueamento em Vidro como você nunca imaginou

    Fosqueamento em Vidro como você nunca imaginou

    A gravação de vidros, utilizando-se o processo de “jato de areia”, é considerada como um processo de erosão mecânica do vidro. Ou seja, protegemos o que não se quer gravar com um vinil autoadesivo e ataca-se a superfície desprotegida com um jato de ar misturado com areia a alta velocidade.

    Para isso, necessitam-se de equipamentos especiais como compressores, coletores para a areia usada no processo e protetores para o operador. Praticamente é um processo quase artesanal, já que, para cada vidro, temos que fazer uma proteção autoadesiva e o grau de fosqueamento e acabamento dependem da perícia e do trabalho manual do operador. Isto é, normalmente, cada vidro será diferente um do outro. Além disso, pode haver elevado percentual de perdas e baixa produtividade.

    Um grande problema encontrado neste processo é a segurança no trabalho. Devido aos resíduos de areia e de pó de vidro gerados durante o ataque mecânico, o operador deve proteger-se contra sua inalação, visto que podem gerar, com o tempo, uma enfermidade chamada silicose, na qual esses resíduos se depositam nos alvéolos pulmonares, enrijecendo-os e fazendo com que o indivíduo perca a sua capacidade de absorção de oxigênio.

    Já se oferece uma alternativa para o jato de areia: uma pasta fosqueante para vidros e cristais

    A Agabê desenvolveu o Matt Glass, que é uma pasta fosqueante para gravação definitiva de vidros planos ou tridimensionais. É um processo químico subtrativo, ou seja, quimicamente a pasta ataca a superfície do vidro, deixando-o fosco. Permite atingir alta produtividade e uma perfeita repetibilidade da peça gravada.

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    O processo de trabalho é muito simples: basta aplicá-la com o vidro limpo, deixar a pasta atuar por aproximadamente três minutos e lavar o vidro com água para remover o produto. Pronto, o vidro está gravado. Não há necessidade de fornos de secagem ou de cura e o próprio processo de impressão pode ser manual.

    O Matt Glass pode ser utilizado na decoração de espelhos, janelas, lustres, abajures, mesas, móveis, vitrines, divisórias, box de banheiro, copos, jarras, potes, brindes, troféus e em tudo o que nossa criatividade permitir.

    O Matt Glass NÃO é tinta: após a impressão, durante o intervalo que o deixamos atuando, ele ataca a superfície do vidro. Quando lavarmos o vidro, removeremos a pasta impressa. Ou seja, não existe mais produto na peça gravada, mas somente uma superfície quimicamente atacada.

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    A cor da gravação depende somente da cor do vidro: se o vidro é transparente, a gravação terá uma aparência acinzentada; se verde, esverdeada e assim por diante. Existe também a possibilidade de usarmos uma tinta epóxi sobre a gravação, já que a tinta terá melhor aderência sobre a área tratada do que sobre o vidro liso.

    Ao contrário do jato do areia, no qual a gravação chega a ser bastante profunda, o ataque com a pasta Matt Glass é bastante superficial, quase imperceptível ao tato. Isto é um ponto bastante importante, pois reduz a probabilidade de deposição de fungos e gorduras que, com o tempo, deixam os vidros gravados pelo processo de jato de areia escurecidos e com aparência de velhos.

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    Outro ponto importante é que ao contrário do tradicional “Jato de Areia” a pasta não altera a resistência ou durabilidade da peça, ou seja, pode ser aplicado desde peças de vidros temperados até delicadas taças de cristal. Com o jato de areia tradicional as peças podem, futuramente, sofrer pequenas trincas e até mesmo se quebrarem com pequenos impactos, principalmente em desenhos que ocupem maior parte da peça e também pelo fato de ser um trabalho que a aplicação nunca é constante e igual.

    A seguir, orientamos como deve ser o processo correto para a obtenção de vidros fosqueados, com qualidade e alta produtividade.

    Preparação da pasta

    A pasta Matt Glass já vem pronta para usar. Basta ajustar sua viscosidade, se necessário.

    Por um princípio reológico, quando a pasta fica armazenada por certo tempo, torna-se bastante viscosa. Agitar bem a pasta antes de usar e se necessário, nos dias frios, aquecê-la previamente em “banho-maria” até 25oC, mantendo o pote fechado.

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    Para diminuir a viscosidade da pasta, mantendo-se o mesmo grau de opacidade, pode-se adicionar até 10% do redutor Matt Glass. A adição de quantidades muito grandes de redutor diminui a definição da imagem impressa. Nunca adicione água ou outro solvente para deixar o produto mais fluido.

    Para a agitação do produto, nunca utilize espátulas de ferro ou vidro, já que o produto irá atacá-las. Sugerimos usar espátulas de plástico rígido ou de aço inoxidável.

    Preparação do vidro

    Para a perfeita gravação do vidro, a peça deve estar seca, totalmente limpa, livre de pó, gordura, oleosidade e de resíduos de outros produtos químicos. Lavar com água e detergente. Em seguida, passar um pano umedecido com vinagre sobre a área que será fosqueada.

    Evitar a utilização sobre vidros velhos ou instalados há mais de um ano, já que devido à umidade do ambiente podem aparecer na superfície do vidro compostos levemente alcalinos, que neutralizam a pasta.
    Em caso de dúvida, faça um teste prévio para certificar-se da qualidade do fosqueamento naquele vidro.

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    Aplicação Manual

    Para a gravação de poucas peças, a pasta Matt Glass pode ser aplicada utilizando-se uma máscara autoadesiva (material que pode ser feito através de uma plotter de recorte).

    Para isso, recortar um vinil com a imagem desejada, remover o vinil da área a ser gravada e adesivar sobre a peça de vidro.

     

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    Aplicar a pasta Matt Glass utilizando um pincel, uma espátula plástica ou rodo de poliuretano.

    Para evitar manchas na gravação, garantir a aplicação de uma camada o mais uniforme possível de produto.
    Em seguida, lavar o vidro com água e remover a proteção autoadesiva.
    Pronto. O vidro está gravado. Este processo, por exemplo, é bastante usado para marcar o número do chassi em vidros de automóveis.

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    Cuidados

    Deve-se trabalhar em local ventilado, evitando o contato do produto com a pele, pois a pasta Matt Glass contém ácidos. É recomendado o uso de luvas e óculos protetores durante o manuseio do produto.

    Para períodos prolongados de trabalho com a pasta, utilizar máscara protetora para vapores ácidos.

    Em caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com água corrente e procurar um médico.

    Para acabamento e decoração de vidros, podemos conjugar tintas especiais, que depois de impressas, são aquecidas a mais de 800oC, e então se vitrificam e ficam permanentemente aderidas ao vidro. Se utilizarmos outros tipos de tintas, mesmo as tintas epóxi de dois componentes, a aderência não será permanente e a impressão sairá com o tempo. Outra opção são as tintas lançadas pela Colorgin (Linha Artística Vidro).

    Clique aqui para visualizar o manual de instruções

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    Fontes:
    Site Agabê
    Grupo Sublimação de A a Z
    Sublime – Personalização por Sublimação
    Serilon Brasil

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  • Liverpool Camisetas

    Liverpool Camisetas

    Mais uma edição da semana de moda mais esperada do país, o São Paulo Fashion Week. Fotógrafos, repórteres, modelos, globais e estandes dão vida a esse incrível mundo fashion!

    O São Paulo Fashion Week Verão  2013/2014 está acontecendo na Fundação Bienal, no parque Ibirapuera. Para quem não conhece, a Bienal é um centro de atividades culturais, onde acontecem congressos, mostras e eventos diversos.

    A Liverpool Camisetas atua desde 2008 no desenvolvimento de produtos para o mercado da moda nacional com modelagem e conceitos exclusivos. A marca catarinense desenvolve estamparia para camisetas e outros produtos, como camisas, moletons, calças, bermudas, tênis etc.

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    O foco dos empresários Rafael Lange e Tiago Durante, criadores da empresa, é o público que preza por qualidade e ao mesmo tempo diversão na hora de se vestir. Atualmente a Liverpool trabalha com duas campanhas por ano – outono/inverno e primavera/verão. Em cada campanha são criadas sete a oito estampas exclusivas da coleção. Também são compostos outros modelos seguindo a tendência da marca, que é voltada para a música e cultura pop.

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    O espaço Pop Up é super eclético, aqui eu encontrei todos os tipos de estande. Camisetas, bijus, livros, almofadas e sapatos, são alguns dos itens expostos aqui.

     

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    fonte: bloguseliverpool.com

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  • SPFW abre temporada com cenografia dos Irmãos Campana

    SPFW abre temporada com cenografia dos Irmãos Campana

    Principal evento de moda do País, São Paulo Fashion Week Verão 2013/2014 traz marcas de prestigio como Ronaldo Fraga, Cavalera e Fórum e ausência de estilistas consagrados como Reinaldo Lourenço, Glória Coelho e Jefferson Kulig. Com cenografia dos irmãos Fernando e Humberto Campana, cujo tema “Natureza Criativa” é inspirado nas raízes brasileiras, o evento volta ao prédio da Bienal do Parque Ibirapuera, entre os dias 18 e 22 de março. 

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    De acordo com a assessoria da dupla de designers mais famosa do Brasil, a temática desta edição tem como proposta transformar os ambientes com instalações de arte e design, mesclando elementos naturais da nossa flora e também  materiais sintéticos. Para causa impacto, os Irmãos Campana criaram um cenário constituído por uma plantação natural de mandacarus, símbolo da caatinga brasileira.

    Calendário

    Depois da reformulação do Calendário Oficial da Moda, os desfiles de verão passam acontecer em março, e os de inverno, em outubro Antes, as coleções de verão e inverno eram lançadas em junho e janeiro, respectivamente. Com a alteração, aumenta o intervalo entre os desfiles e a chegada das coleções às lojas, permitindo um melhor planejamento e gestão dos negócios. Confira o line-up dos desafiles.

    Segunda-feira (18/3)
    17h – Animale
    18h30 – Cori
    20h – Tufi Duek
    21h30 – Cavalera

    Terça-feira (19/3)
    12h – Adriana Degreas
    15h30 – Acquastudio por Esther Bauman
    17h – Ronaldo Fraga
    19h30 – Forum
    21h – Ellus

    Quarta-feira (20/3)
    11h – FH por Fause Haten
    15h – Fernanda Yamamoto
    16h – João Pimenta
    18h – Água de Coco por Liana Thomaz
    20h – Neon
    21h30 – Triton

    Quinta-feira (21/3)
    15h – Alexandre Herchcovitch
    16h – Amapô
    17h30 – Juliana Jabour
    18h30 – Osklen
    20h – Samuel Cirnansck
    21h30 – Colcci

    Sexta-feira (22/3)
    17h – Uma Raquel Davidowicz
    18h30 – Têca por Helo Rocha
    20h – R. Rosner
    21h30 – Lino Villaventura

    Marcas catarinenses presentes do São Paulo Fashion Week

    O São Paulo Fashion Week (SPFW), um dos maiores eventos de moda do Brasil, iniciou na última segunda-feira, dia 18, e receberá seis marcas catarinenses até o dia 22 de março. Além da Colcci, que já participou de nove edições, outras cinco foram selecionadas para apresentarem suas coleções de Inverno 2013 e venderem suas produções dentro da loja Pop Up Store, junto com outras 35 de todo o País164483_579308372080723_178459500_n

    De Florianópolis, participam a Liverpool, Rafaela Andrade Acessórios e Gabriela Faraco Acessórios. Laura Pereira e Vionee representam São João Batista. Todas as micro e pequenas empresas selecionadas integram o Programa Nova Economia@SC, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, e pelo Sebrae/SC.

    A marca de camisetas Liverpool é prova de que marcar presença nos grandes eventos do setor é uma boa estratégia. Em 2012, esteve no Rio-à-Porter, a bolsa de negócios da semana de moda carioca, e na Fashion Rio. Além de ser indicada pela revista Glamour como uma das “Top 5” melhores opções do Rio-à-Porter, obteve R$ 30 mil em vendas durante o evento, e fechou mais quase R$ 20 mil em contratos no período seguinte, segundo informações do Sebrae/SC.581672_578050825539811_1740420293_n

    Para Simone Amorim, analista técnica da Unidade de Atendimento Coletivo do Sebrae/SC, a tendência para enfrentar a concorrência é investir em peças únicas. “É preciso agregar valor ao produto, ter um design diferenciado, incorporar elementos que valorizem a cultura local”, explica.

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    Fonte: Economia SC

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  • Como fazer uma camiseta com OBM – Silhouette CAMEO

    Como fazer uma camiseta com OBM – Silhouette CAMEO

    O sistema de impressão da TheMagicTouch permite-lhe imprimir a cores completas em praticamente qualquer substrato ou produto que você possa imaginar!

    Dependendo do dispositivo laser, as cores que você usar a resolução da imagem pode ser de até 2400 dpi e serão transferidos sem qualquer diluição. O processo é rápidoseguro e simples. Os produtos serão impressos em questão de segundos, sem necessidade de um profissional treinado.

    A beleza do sistema é que ele não necessita de quantidades mínimas para cobrir o gasto: Impressão mínima de uma folha! Não importa se você deseja imprimir em tecidos, papelão, plásticos, couro, cerâmica, vidro ou metal, o sistema de impressão TheMagicTouch faz isso!

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    A seguir um video gravado durante a AGRESTETEX 2013 com explicações da equipe da TMT Brasil – Mario – com um passo a passo explicando sobre o transfer OBM, desde a impressão e corte até a prensagem em uma camiseta.

    Clique aqui e faça o Download do manual passo a passo 

    Confira cada um dos materiais utilizados no video acima e saiba mais sobre cada um deles. Gostou desta postagem? Comente logo abaixo e fique a vontade para compartilhar suas experiências pessoais ou mesmo postar dúvidas sobre qualquer umas dessas informações. 

    TRANSFER OBM

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    Transfer para têxteis coloridos. Pode ser aplicado em uma grande variedade de tecido como, algodão, poliéster, poliéster e viscose, brim, etc. É aplicado em um único passo, e resulta acabamento macio e cores vivas. Recomenda-se recortar com plotter para remoção do excesso da estampa.

    DÚVIDAS FREQUENTES:

    Ideal para Camisetas coloridas, Bonés coloridas, Fronhas coloridas, Aventais, etc.
    Estimativa de durabilidade: 100 Lavagens

    Maiores detalhes:
    – Não precisa espelhar;
    – Não deixa resíduos de resina, não danificando o equipamento;
    – Não funciona em impressora a jato de tinta;
    – Armazenar em locar que não receba umidade;
    – Desumidificador é o apropriado na falta estufa aquecida com lâmpada de 60watts.

    CARACTERISTICAS:

    – Caixa com 50 folhas;
    – Pacote com 10 folhas;
    – Tamanhos A3 e A4;
    – OBM 5.6.

    SILHOUETTE CAMEO

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    Plotter de recorte Homologada para produção de recortes em transfer, filmes de transfer, Plotter de recorte portátil e extremamente versátil ferramenta de corte eletrônico para uso pessoal.

    DÚVIDAS FREQUENTES:

    Plotter de recorte portátil e extremamente versátil ferramenta de corte eletrônico para uso pessoal. Como uma impressora doméstica, ela se conecta ao seu PC ou Mac com um simples cabo USB. Entretanto, ao invés de imprimir ela usa uma pequena lâmina para cortar papel, cartolina, vinil adesivo, tecido, transfers e muitos outros materiais de até 30,5cm por 3,05m. A máquina é operada por um silencioso motor e possui a capacidade de cortar o contorno de imagens impressas. Possui um exclusivo sensor laser para detectar estas imagens depois de impressas.
    Recorta Vinil Laser, Filmes de recorte, Vinil adesivo.

    CARACTERISTICAS:

    Disponível em:
    – Tamanhos A3
    – Cor Cinza e preto
    – Ferramenta de recorte eletrônico
    – Software Silhouette Studio para Windowns XP/Vista/7 ou Mac OS X 10.5.8 ou superior.
    – CD com centenas de exclusivos modelos para corte
    – Cabo de energia, cabo USB
    – 01 lâmina de corte
    – 01 base plástica de 31cm para recorte de papéis
    – Guia de instruções

    IMPRESSORA LASER OKI 330

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    Equipamento compacto com qualidade e desempenho excepcionais. Modo ECO – consumo eficiente de energia.  Alto desempenho com fidelidade de cores e recursos  avançados de equipamentos de grande porte em uma máquina compacta.

    Para pequenos grupos de trabalho que exigem qualidade superior a um preço acessível, a OKI Printing Solutions oferece a impressora colorida digital C330DN.

    Pronta para rede, ela combina velocidade de impressão, alta qualidade, recurso de impressão duplex e flexibilidade na utilização de mídias para proporcionar maior produtividade – tudo isso em um equipamento confiável e com suporte técnico excepcional.

    DUVIDAS FREQUENTES:

    Flexibilidade no uso de mídias: A C330DN tem a capacidade padrão de entrada de papel para 350 folhas, 250 folhas na bandeja padrão e mais 100 folhas na bandeja multifuncional que suporta a impressão de etiquetas, envelopes, transparências e  papel cartão de até 220g/m² – imprima documentos e cartões de 7,62 x 12,7 cm até banners de 21,59 x 132,0 cm. Quanto maior for a capacidade de folhas de uma impressora, isto significa menor intervenção do usuário, portanto, a C330DN pode, inclusive, aumentar sua produtividade: sua capacidade de papel é expansível para 880 folhas, com uma segunda bandeja opcional com capacidade para 530 folhas mechanical bull.

    Suporte de garantia inigualável: “Temos tanta confiança no desempenho da C330DN que oferecemos uma garantia de 5 anos, para os pentes de LEDs e garantia limitada de 1 ano para a impressora”

    CARACTERISTICAS

    • Impressão rápida: até 23 ppm em cores; até 25 ppm em branco e preto1
    • Impressão da primeira página: até 9 segundos para colorido e até 8,5 segundos para branco e preto1
    • Velocidade do processador: 532 MHz
    • Capacidade padrão para papel: 350 folhas; expansível para 880 folhas através de opcionais
    • Alta confiabilidade: ciclo de trabalho mensal robusto para até 45.000 páginas por mês
    • Perfil extremamente compacto: apenas 24,2 cm de altura
    • Tecnologia de impressão colorida em alta definição para detalhes nítidos com cores ricas e intensas
    • Impressão Duplex (frente e verso) padrão
    • Emulações PCL® 5c, PCL 6 e PostScript® 3TM
    • Resolução de até 1200 x 600 dpi
    • Compatível com Windows® e Mac®
    • Rede 10/100 Base T e conectividade USB v2.0 de alta velocidade, padrão
    • Memória expansível até 640 MB
    • Compatível com ENERGY STAR®
    • Garantia limitada de 1 ano da impressora4 Garantia limitada de 5 anos dos pentes de LED

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  • Maquina de Estampar Canecas – Saiba Tudo antes da Compra

    Maquina de Estampar Canecas – Saiba Tudo antes da Compra

    Conheça Informações Importantes antes de Comprar a sua Maquina de Estampar Canecas.

    Muito vem se falando de maquina de estampar canecas, ou prensa de canecas, então tomei a liberdade de fazer um pequeno explicativo, sobre o pouco que conheço desses equipamento. Trabalho no ramo a quase uma década, e já vi e trabalhei com vários modelos, não vou citar marcas, mas vou tentar ser o mais claro possível.

    Pessoalmente, classifico as prensas em 3 categorias; Nacionais, Importadas Genéricas e Importadas Certificadas. Abaixo você conhece as VANTAGENS e DESVANTAGENS de cada no meu ponto de vista.

    MAQUINAS DE ESTAMPAR CANECAS – NACIONAIS

    Vantagem: Preço baixo e assistência local.

    Desvantagem: Manta tem vida útil muito curta (cerca de 1.000 aplicações), consumo de energia muito alto, não possui certificação de qualidade, para sublimação em alta resolução necessita do uso de folha de teflon, uma vez que a manta não consegue se aquecer por igual, ficando a marca da resistência na caneca.

    Exemplo de manta nacional normalmente utilizada
    Manta para Maquina de Estampar Canecas – Nacional

    MAQUINAS DE ESTAMPAR CANECASIMPORTADAS GENÉRICAS

    Vantagem: Preço, durabilidade da manta de 3 a 6 mil aplicações(manta de borracha cinza teflonada).

    Desvantagem: Consumo de Energia, fragilidade da estrutura(em alguns casos), falta de assistência técnica e não possui certificação de qualidade.

    Exemplo de manta importada generica
    Manta para Maquina de Estampar Canecas – Importada/Genérica

    MAQUINAS DE ESTAMPAR CANECASIMPORTADAS CERTIFICADAS

    Vantagem: Preço, durabilidade da manta(6 a 8 mil aplicações), muito resistente dificilmente quebra ou apresenta algum problema na central ou estrutura, certificação internacional de qualidade e baixo consumo de energia.

    Desvantagem: Preço e falta de assistência técnica.

    prensaOBS: A máquina de estampar canecas certificada normalmente tem a mesma aparência das genéricas entretanto possuem o selo CE em seu rótulo, fiquem atentos para selos falsificados (já vi algumas máquinas com selos falsos, impressos em papel adesivo e colados na maquina para dar impressão de qualidade)

    Curso Online de Sublimação em Canecas

    Para quem não conhece o selo CE, é um indicativo de conformidade obrigatória para diversos produtos comercializados no Espaço Econômico Europeu. Esta marca indica que o produto atende a legislação da União Europeia em quesitos como segurança, consumo, higiene e proteção ambiental estando, desta forma, credenciado a circular por todo Espaço Econômico Europeu selo

    Considerações Finais:

    Levando em consideração o custo final do produto e a qualidade do produto acabado, que ao meu ver são os pontos chaves para um bom equipamento, a pior das três é a nacional. Mesmo sendo normalmente a mais barata inflatable games, a longo prazo se torna a mais cara das três, em virtude da curta vida da manta e o alto consumo de energia, se puder pule fora dessas, para quem está com pouco dinheiro iniciando o negócio.

    A maquina de estampar canecas Importada Genérica pode ser uma boa escolha, tem um alto consumo de energia mais a durabilidade da manta compensa.

    Já para aqueles que querem o melhor equipamento do mercado a maquina de estampar canecas Importada Certificada é a melhor escolha, apesar de ser um pouco mais cara cerca de R$ 150,00 a R$ 300,00 maior que a Importada Genérica, a longo prazo ela compensa a diferença de preço com a economia de energia e a alta durabilidade da manta.

    Lembrando que o que está acima escrito se resume a minha experiência e ao meu conhecimento na área adquirido ao longo dos anos.

    Contribuição de Alan Rommel no grupo Sublimação de A a Z – Forturia Informática

     

  • Epson entra OFICIALMENTE no mercado de sublimação – FESPA Brasil 2013

    Epson entra OFICIALMENTE no mercado de sublimação – FESPA Brasil 2013

    Epson entra no mercado de sublimação na FESPA Brasil 2013

    A Epson do Brasil aposta no mercado de sublimação durante a FESPA Brasil 2013. A SureColor F6070, de 110 centimetros, e a SureColor F7070, de 162 centimetros, possuem alto desempenho de impressão em alta qualidade.

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    Para Evelin Wanke, gerente de produtos da Epson do Brasil, a presença de público foi positiva. Ela comentou que o primeiro dia de feira costuma ser de menor movimento, aumentando nos próximos dias. “Na FESPA Brasil, os primeiros dias já tiveram grande público. Desde o primeiro dia, muita gente interessada foi visitar o estande”, ressalta. O produto lançado na FESPA Brasil está fazendo grande sucesso.

    O destaque da impressora fica pela utilização de todos os componentes originais da Epson, como equipamento, tintas, peças e cabeça de impressão; todos em uma impressora sublimática, fabricada pela marca. A máquina traz uma contribuição para o mercado, que pedia por uma solução completa no mercado de impressão digital. Agora, a Epson do Brasil traz a solução exata para o mercado, diminuindo principalmente os problemas com o suporte. O equipamento também é rápido: enquanto o mercado faz cerca de 30 metros quadrados por hora, a máquina da Epson pode chegar a 59 metros quadrados por hora.

    Os novos modelos da Série-F suportam diferentes aplicações, incluindo a impressão em tecidos, para o mercado da moda em geral, como praia, moda esportiva e até peças exclusivas para grandes boutiques.
    Os mercados de decoração e arquitetura, que também buscam por exclusividade de peças, são outras grandes apostas da Epson. A empresa está também com a SureColor S30, que oferece um conjunto de recursos diferenciados para atender as mais diversas necessidades de impressão nas áreas de sinalização, fotografia e para a indústria gráfica.

    Entre os componentes das máquinas da Epson, destaca-se a UltraChrome DS, tinta de sublimação com formulação especial, que produz imagens com cores vibrantes, pretos intensos, contornos nítidos e gradações suaves de cores inflatable obstacle course. Desenvolvida ao longo dos últimos três anos, esta tecnologia de tinta apresenta excelente solidez à luz e à lavagem, bem como resistência ao suor alcalino e ácido.

    Projetado especialmente para a tecnologia da tinta Epson UltraChrome DS, a cabeça de impressão MicroPiezo TFP, recentemente otimizada, garante um desempenho preciso e passível de repetição, bem como excelente longevidade. A Epson também está lançando uma nova linha de papéis de transferência de tinta por sublimação, desenvolvida especialmente para as impressoras SureColor da Série F, dedicado à produção de tecidos e vestuário de corte e costura de alta qualidade, bem como camisetas, objetos de cerâmica, mouse pads e outros.

     

  • Perfil ICC???

    Perfil ICC???

    Quem trabalha em qualquer setor do ramo gráfico certamente já viu ou ouviu falar de “Perfil ICC”. Mas você sabe realmente do que se trata?

    Apenas mais um arquivo?
    O que ele contém?
    Afinal, do que se trata um perfil?

    Essas dúvidas podem ser comuns quando se ouve falar no famoso “Perfil ICC”. Assim como tudo na vida, trabalhar com algo que não se conhece ou não se domina totalmente pode acabar gerando problemas e curto prazo e causar um certo incômodo, algo como “estou lidando com algo, mas não sei exatamente o que é…”. O maior problema é que, no caso do perfil ICC, essa dúvida pode originar um resultado impresso final com sérios problemas no que se refere a cores e à fidelidade com o arquivo digital original. Ou, por outro lado, compreender e trabalhar adequadamente com esses perfis pode ser a chave para conseguir impressos visualmente atraentes e que assegurem a satisfação de seus clientes.

    O que é e por que surgiu o perfil ICC: desvendando os mistérios

    O arquivo ICC é um dos elementos mais importantes no contexto do sistema de gerenciamento de cores; também é um dos itens que geram mais dúvidas quando a forma mais adequada de se utilizar. No passado, a conversão de cores entre diferentes equipamentos e dispositivos era feita com base no conhecimento do profissional em relação aos processos tonais; esse conhecimento, por sua vez, estava restrito a um seleto grupo de gráficos experientes, adquirido por meio de inúmeras situações/problema resolvidas com base em processos de tentativa e erro.

    O chamado “conhecimento empírico”. Esses profissionais normalmente trabalhavam em grandes empresas especializadas em sistemas de imagens e cores, como Linotype, Hell, Heidelberg etc. Era uma época em que as imagens capturadas pelos enormes scanners cilíndricos eram convertidas para CMYK com grande precisão, mas através de um processo “fechado”, onde os procedimentos eram limitados a cada modelo ou marca de dispositivo. Ou seja, cada empresa trabalhava com uma “linguagem” para os procedimentos de conversão de cores, dentro da qual assegurava sua precisão. Aos profissionais gráficos “comuns”, não era possível entender ou atingir aqueles resultados.
    Perfil ICC em 3D

    Essa tecnologia tinha suas vantagens, levando-se em consideração o uso de um sistema de produção analógico, onde fotolitos eram produzidos a partir dessas imagens escaneadas e, então, feitos os “strips”, permitindo chegar ao resultado desejado. Mas havia também desvantagens, principalmente o fato da necessidade de haver um profissional altamente capacitado para operar  esse scanner.
    A primeira investida dos fabricantes desses equipamentos em direção ao mundo digital foi a utilização de placas que, ao serem instaladas, podiam transferir os dados para um Macintosh e inseri-los nas páginas criadas pelos programas como PageMaker e QuarkXPress.

    Com a evolução dos equipamentos e sistemas, softwares, soluções para provas etc., o processo começou a se tornar mais digitalizado, e a Indústria passou a demandar uma maneira eficaz de manipular cores através de dados inseridos em arquivos de computadores. Com o objetivo de otimizar esse processo, foi criado um consórcio internacional de fabricantes de tecnologias de imagens para discutir e planejar uma melhor forma de viabilizar essas conversões, tornando esse procedimento um processo previsível e estável, capaz de se adequar ao novo universo digital que  então se abria. O consórcio, uma vez criado, foi chamado de “International Color Consortium”, o famoso ICC.

    Nasce o perfil ICC
    Explicado o motivo do surgimento do ICC, pode-se compreender o porquê de seu próximo passo – e que teve como consequência a criação de um “perfil” que assegurasse a realização do principal objetivo do consórcio: a padronização do trabalho com cores entre dispositivos no fluxo de criação digital. O arquivo ICC foi idealizado para ser utilizado em qualquer sistema operacional e seu padrão – aberto – permitiria a qualquer fabricante utilizá-lo.

    Dentro desse documento foi construída uma estrutura que permitia definir como converter uma cor de RGB para CMYK. Ao lado, está uma figura que representa um perfil ICC.

    Além disso, como solução para o gerenciamento de cores, passou-se a quantificar a cor, isto é, permitir que um tom fosse transformado em valores Lab. O perfil ICC possui internamente informações como target utilizado, curvas de graduação, leituras do target, valor do branco do papel etc.

    Esses dados são de fundamental importância para que o processo de gerenciamento de cores possa utilizar cálculos para converter um espaço de cores para outro. Os arquivos também foram categorizados com base em suas características, como:

    – Perfis de entrada (input profiles): são perfis utilizados para dispositivos de captura de imagens, tais como scanners e, mais recentemente, câmeras digitais. Eles possuem apenas um caminho para conversão de calores – do dispositivo para Lab.
    – Perfis dos dispositivos ou de visualização (Displays profiles): perfis para visualização das cores, como monitores de tubo ou LCD.
    – Perfis de saída (output profiles): indicados para os dispositivos em que serão liberadas as imagens, ou seja, os dispositivos-fim de todo o processo de trabalho. São impressoras de diferentes tipos, ou meios digitais, como Web.

    Como são criados os perfis ICC
    Um perfil ICC basicamente possui a coleção de dados coletados na leitura de um target. Com estes dados é possível construir o modelo matemático necessário.

    Perfil ICC - aramadoNas a seguir é possível perceber como a quantidade de cores em um target pode formar o ICC. Quanto maior a quantidade de cores medidas no target, melhor definido será o modelo e, portanto, maior a precisão dos resultados.

    Um target é uma coleção de cores que serão lidas e usadas para criar uma mapa matemático para descrição das cores que são possíveis de serem reproduzidas por um dispositivo.

    Estrutura
    Os perfis ICC podem armazenar informações obtidas através da leitura dos targets de duas maneiras: matriz e tabelas.

    A primeira, matriz, consiste na coleção de nove números (matriz 3×3) que permite a conversão direta entre dois espaços de cores. Além das cores básicas, essa matriz armazena um ou mais dados sobre a reprodução dos meios tons, permitindo cálculos de variação para os tons intermediários. O espaço de cores utilizado, nesse caso, é sempre o CIE XYZ, mas os resultados normalmente são pouco precisos.

    A segunda maneira – tabelas – também é chamada de “lookup”, table ou pela abreviação LUT. Essas tabelas permitem a busca e localização de um determinado valor de entrada e seu correspondente valor de saída. Os softwares de criação de perfis ICC definem quantos pontos serão colocados nas tabelas para a realização dos cálculos.

    O número de pontos é importante, pois determina a performance das conversões de cores. Como os valores de saída são gerados através de cálculos matemáticos, a velocidade desses resultados é menor se comparada ao modelo baseado em matrizes. Essas duas estruturas, tão diferentes entre si, também possuem variações em relação às intenções de renderização, processo vinculado aos sistemas de ripagem.

    Enquanto os ICC baseados em matrizes possuem apenas uma intenção renderização, as tabelas podem utilizar vários parâmetros; um para cada tipo de renderização (colorimétrica relativa, perceptual e de saturação). A tabela colorimétrica é apenas uma, mas utilizada para dois tipos de renderização, a absoluta e a relativa. Para ambas, o cálculo matemático leva em conta o branco do papel. Os perfis ICC de entrada e de visualização (monitores) podem estar baseados tanto em matrizes quanto nas tabelas. Já os perfis ICC de saída devem ser construídos por tabelas para atingirem a precisão necessária e suportarem s diferentes tipos de renderização inflatable water slide. Assim, torna-se possível a esse tipo de ICC representar corretamente os dispositivos mais complexos para a reprodução das cores.
    Uma dica para identificar esses dois níveis diferente é o tamanho do arquivo; o modelo de matrizes é, geralmente, representado por um arquivo pequeno, enquanto que o ICC baseado em tabelas possui um tamanho muito maior.

    Tabelas em dois sentidos

    Ao contrário das matrizes, que podem ser utilizadas com uma mesma estrutura para realizar a conversão nos dois sentidos entre os diferentes espaços de cores, as tabelas permitem uma conversão em sentido único; sendo assim, é necessário utilizar duas tabelas para efetuar esse procedimento:
    – A2B: de dispositivos para Lab;
    – B2A: de Lab para o dispositivo em questão;
    Tabelas CMYK
    Isso significa que, ao pedir para se converter uma determinada cor CMYK para Lab, a primeira tabela é utilizada e, no sentido inversão, usa-se a segunda amostra. Ambas são usadas quando é necessário converter cores entre dois espaços distintos. O espaço de cores Lab é utilizado para transformar e converter cores, e essa conversão é realizada dentro do contexto do gerenciamento de cores (CMM).
    Tabelas RGB CMYK

    Limitações
    Mas nem tudo são rosas. Os perfis ICC também possuem limitações importantes a serem consideradas e, tão fundamental quanto saber usá-los, é conhecer esses limites e gerenciar adequadamente as cores dentro de seu workflow.

    A primeira limitação é a o fato de não se poder cobrir toda a variação possível de um dispositivo. Por mais que se aumente a quantidade de cores de um target, torna-se cada vez mais difícil imprimir com consistência as cores. Por exemplo, uma impressora offset pode reproduzir 1496 tons com base no padrão ECI, exigindo uma área de 33×50 centímetros. Contudo, o formato de algumas impressoras não comporta tantas cores em apenas uma folha ou, ainda, esses equipamentos apresentam a dificuldade de assegurar uma impressão constante ao longo da folha, envolvendo acerto de tinteiros, densidades, contraste de impressão etc.

    Um segundo problema está no fato de os perfis ICC não podem trabalhar com dados ou referências que o dispositivo não pode representar; a figura ao lado mostra dois perfis ICC, o ICC típico é mostrado com um formato bastante conhecido e o “pobre” não exibe as cores verde e azul. Esse ICC “pobre” é, na verdade, a representação de um situação de impressão de embalagens que utiliza cores especiais para atender a uma realidade de trabalho e, nesse caso, não podemos exigir que esse perfil mostre conversões para os tons azul e verde. Um terceiro fator é que a precisão de um ICC é equivalente a suas leituras. Se a leitura for imprecisa, devido a problemas com o equipamento ou outras possibilidades, o ICC resultante representará esse “erro” na impressão das cores.
    ICC Tipico x ICC Pobre

    Novidades da versão ICC 4

    Os perfis ICC hoje, em sua maioria, são construídos seguindo as especificações da versão 2, mas a versão 4 dessa especificação foi lançada e começa a chegar aos softwares.

    O objetivo geral é o aumento da precisão e a correção de algumas ambiguidades na conversão, ocorridas nos PCs (veja matéria anterior). Os benefícios da nova versão podem ser listados em cinco itens:
    1 – A definição das intenções de renderização são mais precisas para evitar ambiguidades.
    2 – A informação cromática é necessária agora.
    3 – Perfis com mais de quatro cores devem especificar seus valores.
    4 – Novas especificações de tabelas foram definidas para melhorar os resultados de buscas.
    5 – Inclui especificações internas, como tags, relação entre PCS XYZ e Lab etc.

    Artigo publicado na revista Desktop edição 92. Autor: Marcelo Copetti.
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